Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor químico lidera a inovação na indústria brasileira.
Além disso, os dados são da Pesquisa de Inovação (Pintec), realizada em parceria com a ABDI e a UFRJ, com referência ao ano de 2021.
De acordo com o estudo, a taxa de inovação alcançou 70,5% entre as empresas analisadas. Quando consideradas apenas as companhias de grande porte, com mais de 500 funcionários, esse índice sobe para 76,7%.
No recorte setorial, a indústria química se destaca na liderança, com taxa de inovação de 87%. Na sequência, aparecem os setores de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, com 86,5%, e o de veículos automotores, com 84,7%.
Do total de empresas inovadoras, 37,8% implementaram, simultaneamente, novos produtos e novos processos de negócios. Entre aquelas que inovaram em produtos, 65,6% lançaram novidades internas. Por outro lado, 28,9% direcionaram os lançamentos ao mercado nacional e apenas 5,5% ao mercado internacional.
Já no que se refere à inovação em processos, 40,6% priorizaram a organização do trabalho. Em paralelo, 37,5% investiram em práticas de gestão ou relações externas, enquanto 33,5% concentraram esforços em marketing.
Por fim, o levantamento mostra que 33,9% das empresas investiram em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Nesse contexto, o setor de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos apresentou índice de 66,6%. Logo depois, os segmentos químico, farmacoquímico e farmacêutico registraram taxas de 65,3% e 63%, respectivamente.







