O Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovações (MCTI) e a EMBRAPII disponibilizaram R$ 27,8 milhões para projetos de inovação em oito centros de pesquisa. Com isso, essas instituições passam a integrar o ecossistema de Unidades EMBRAPII.
Nesse contexto, as novas Unidades serão responsáveis por projetos de inovação voltados à indústria nacional. Assim, a iniciativa amplia a atuação estratégica do ecossistema de inovação no país.
Além disso, as Unidades atuarão nas áreas de Internet das Coisas (IoT) e Manufatura 4.0. Também abrangem Tecnologias 3D, Biotecnologia vegetal e Processos Metalúrgicos.
A partir desse modelo, a expectativa é gerar cerca de R$ 75 milhões em investimentos em inovação. Isso ocorre porque o formato prevê contrapartida financeira do setor produtivo e das empresas.
Segundo o ministro do MCTI, Paulo Alvim, o anúncio resulta de um esforço integrado da pasta. Para ele, ações como essa fortalecem a indústria brasileira.
Na mesma linha, José Luis Gordon, diretor-presidente da EMBRAPII/MCTI, destaca o impacto das novas unidades. De acordo com ele, os projetos impulsionam soluções inovadoras e sustentáveis.
Especificamente, cinco Unidades atuarão nas áreas de IoT e Manufatura 4.0. Por isso, elas integrarão a Rede MCTI/EMBRAPII de Inovação Digital.
Entre as selecionadas, estão o Instituto Metrópole Digital/UFRN, o LSI-TEC, o Instituto Atlântico, a FITec e o Centro Wernher von Braun. Dessa forma, apoiarão a digitalização industrial.
Além dessas, outras três Unidades são vinculadas ao próprio MCTI. Nesse grupo, as atuações envolvem Tecnologias 3D, Biotecnologia vegetal e Processos Metalúrgicos.
Foram escolhidos, o CTI Renato Archer, o CETENE e o CETEM. Cada um, com foco em áreas estratégicas para a indústria nacional.
Por fim, com o novo credenciamento, a EMBRAPII/MCTI passa a contar com 85 Unidades ativas em todo o país.







