O governador em exercício, Felicio Ramuth, autorizou a assinatura de um protocolo de intenções para implementar o primeiro Distrito de Inovação da capital paulista. Além disso, a iniciativa busca criar um ambiente colaborativo entre universidades, empresas, institutos de pesquisa, instituições de fomento e startups, impulsionando projetos de tecnologia e inovação em São Paulo.
Felicio Ramuth destacou a importância do momento. “Estou muito feliz por esse momento, pois abrimos o caminho para aproveitar a expertise e o esforço que a união de institutos de referência pode gerar. O resultado só pode ser um: avanço em ciência, ciência aplicada e, consequentemente, inovação. É nisso que acreditamos”. Logo depois, ele acrescentou que a iniciativa começará com um grupo de trabalho interno, responsável por implementar uma infraestrutura física complementar às estruturas já existentes.
Por sua vez, o Distrito de Inovação incluirá instituições como a USP, o IPT, o Ipen e o Instituto Butantã. Além disso, a Fapesp e a Prefeitura de São Paulo também são parceiras do projeto. Ambas assinam o documento e participam de várias etapas, desde o planejamento até a implementação.
Potencial Científico e Tecnológico
Segundo Vahan Agopyan, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, o distrito será um catalisador de inovações. “São centenas de laboratórios e uma estrutura valiosa, com profissionais que vão interagir para benefício das organizações e da sociedade. O Governo do Estado está apoiando a iniciativa para que o distrito se torne um importante ponto de encontro colaborativo”.
Incremento Urbanístico
Na próxima etapa, o projeto prevê um espaço físico de 45 mil m², com salas de interação, áreas para eventos e centros de treinamento para empreendedores. A área integrada à USP, IPT e Ipen promoverá sinergia entre os participantes e estimulará novas soluções.
A criação do Distrito de Inovação também transformará a região. O projeto deve movimentar a construção civil, ampliar o comércio e fortalecer o setor de serviços, sempre respeitando regras ambientais e de planejamento urbano.
A previsão é que outros distritos de inovação sejam instalados em grandes cidades do interior. O modelo seguirá o formato da capital, preservando a autonomia das instituições envolvidas.
Fonte: Governo de SP







