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	<title>Arquivo de startups - G.A.C. Brasil</title>
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	<description>Consultoria de gestão estratégica da inovação</description>
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		<title>Segunda chamada Smart Factory disponibiliza R$ 7 milhões a empresas e startups</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/segunda-chamada-smart-factory-disponibiliza-r-7-milhoes-a-empresas-e-startups/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Dec 2022 14:50:53 +0000</pubDate>
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-WEB:1b842fb6-cfd9-4792-a461-0795517442a2-21" data-testid="conversation-turn-44" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="146" data-end="416">O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) lançou a segunda chamada da categoria Smart Factory. Com isso, a iniciativa vai garantir R$ 7 milhões para o desenvolvimento de projetos pilotos voltados à digitalização e à conectividade da indústria brasileira.</p>
<p data-start="418" data-end="750">De forma ampla, podem participar empresas de qualquer porte e setor. Nesse caso, o principal requisito é que os projetos tenham como ponto de partida o desenvolvimento ou a aplicação de tecnologias 4.0. Assim, as propostas devem buscar a superação de entraves de produtividade e a modernização dos processos industriais.</p>
<h5 data-start="824" data-end="865">Integração com o programa Brasil Mais</h5>
<p data-start="752" data-end="1170">Além disso, essa nova chamada integra o programa Brasil Mais. Ao mesmo tempo, o SENAI executa a iniciativa em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Ministério da Economia e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Dessa forma, a articulação entre essas instituições fortalece o compromisso com o avanço da transformação digital no setor produtivo.</p>
<p data-start="1172" data-end="1569">Sob essa perspectiva, a iniciativa prioriza soluções inovadoras com foco prático. O objetivo central, portanto, é promover melhorias de processos e aumento de produtividade, especialmente para startups e empresas de micro, pequeno e médio porte. Ao apoiar projetos pilotos, o programa permite que as tecnologias sejam testadas, validadas e aplicadas diretamente no ambiente industrial.</p>
<p data-start="1571" data-end="1933">No que diz respeito aos recursos, o valor global da categoria Smart Factory é de R$ 28 milhões. Esse montante, por sua vez, será distribuído em quatro chamadas públicas, cada uma com R$ 7 milhões disponíveis. Atualmente, a segunda chamada já está em andamento, enquanto a terceira e a quarta chamadas estão previstas para divulgação ao longo de 2023.</p>
<p data-start="1935" data-end="2245">Em termos de apoio financeiro, cada projeto selecionado poderá receber até R$ 800 mil. Esse valor contempla tanto o desenvolvimento da solução tecnológica quanto a sua implementação nas empresas-clientes. Assim, o financiamento cobre etapas essenciais para a efetiva adoção das inovações propostas.</p>
<p data-start="2247" data-end="2544">Quanto aos prazos, as empresas participantes terão até 12 meses para executar os projetos. Durante esse período, deverão desenvolver, testar e validar as soluções apresentadas. Ao final, espera-se que os projetos gerem ganhos mensuráveis de eficiência, produtividade e competitividade.</p>
<p data-start="2546" data-end="2780">Por fim, o regulamento completo da chamada está disponível na Plataforma Inovação para a Indústria. No documento, as empresas encontram critérios de participação, etapas de seleção e orientações para a submissão das propostas.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start">O regulamento está disponível na <a href="https://www.portaldaindustria.com.br/canais/plataforma-inovacao-para-a-industria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Plataforma Inovação para a Indústria</a>.</div>
</div>
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</article>
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		<title>Startups japonesas buscam emplacar parceiras e negócios no Brasil</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/startups-japonesas-buscam-emplacar-parceiras-e-negocios-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 12:41:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As startups japonesas já davam passos tímidos em direção ao mercado brasileiro. Agora, selecionadas pela Japan External Trade Organization (Jetro), chegam ao Brasil para buscar parceiros de negócios. Essa aproximação ocorre por meio do ScaleUp in Brazil (SUIB), programa criado em parceria pela Apex-Brasil, ABVCAP e Israel Comércio e Investimento. Este ano marca a primeira [&#8230;]</p>
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<p data-start="141" data-end="489">As startups japonesas já davam passos tímidos em direção ao mercado brasileiro. Agora, selecionadas pela Japan External Trade Organization (Jetro), chegam ao Brasil para buscar parceiros de negócios. Essa aproximação ocorre por meio do ScaleUp in Brazil (SUIB), programa criado em parceria pela Apex-Brasil, ABVCAP e Israel Comércio e Investimento.</p>
<p data-start="491" data-end="646">Este ano marca a primeira participação do Japão no programa, assim como a de Singapura. Nas edições anteriores, apenas empresas de Israel foram convidadas.</p>
<p data-start="648" data-end="873">Ao todo, 107 startups se inscreveram. Destas, 35 foram selecionadas: 15 japonesas, 15 israelenses e 5 cingapurianas. A escolha seguiu quatro critérios principais: equipe, grau de inovação, adequação ao marketing e maturidade.</p>
<p data-start="875" data-end="990">Três empresas receberam as notas mais altas: Corsight AI (Israel), Graymatics (Cingapura) e Sagri Co., Ltd (Japão).</p>
<p data-start="992" data-end="1191">A primeira fase do programa ocorrerá até 9 de setembro. Entre as selecionadas, destacam-se startups de energia, tecnologia limpa, agritech, fintech e healtech, áreas de grande interesse para o Japão.</p>
<p data-start="1193" data-end="1321">Nesta etapa, as startups japonesas terão acesso a materiais sobre o mercado brasileiro e a relatórios customizados do seu setor.</p>
<p data-start="1323" data-end="1553">As empresas também participarão de webinars sobre temas como “Fazendo Negócios no Brasil”, “Ambiente Jurídico e Fiscal” e “O Ecossistema de Inovação Brasileiro”. Além disso, farão reuniões e pitchs on-line com investidores locais.</p>
<p data-start="1555" data-end="1805">Do total de 35 startups escolhidas pela Apex-Brasil e ABVCAP, apenas 20 seguirão adiante. Entre as 15 japonesas, cinco avançarão para a próxima fase em outubro, quando ocorre a imersão no mercado brasileiro ao lado das startups de Singapura e Israel.</p>



<h5><strong>Olhando para as oportunidades </strong></h5>



<p>Com a seleção de 15 empresas, a JETRO espera que as startups japonesas possam voltar os olhos para o Brasil, principalmente porque, por questões logísticas e culturais, muitas vezes as atenções ficam restritas ao Sudeste Asiático.</p>



<p>“O Japão e o Brasil são grandes parceiros comerciais, mas as relações nessa área de inovação são tímidas. Nosso papel é diminuir essa lacuna, pois sentimos que há um grande potencial para o incremento de novos negócios”, diz Hiroshi Hara, diretor-presidente da Jetro no Brasil. </p>



<p>Hara também destaca a importância do ScaleUp in Brazil para que as companhias dos dois países possam fomentar parcerias, já que o mercado brasileiro de startups é maduro e tem muita inovação.</p>



<p>Para mais informações, acesse: <a href="https://www.scaleupinbrazil.com/">https://www.scaleupinbrazil.com/</a></p>








































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		<title>Inovação aberta está se tornando tendência nos negócios</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/inovacao-aberta-esta-se-tornando-tendencia-nos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 14:10:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rodrigo Miranda* Desde os primeiros meses da pandemia, muitas empresas perceberam que fazer parcerias colaborativas seria um recurso para se manterem competitivas. No início, muitas dessas parcerias eram voltadas para a crise de saúde pública que se instaurou. Mas, na sequência, inúmeros outros negócios foram surgindo. Por mais de uma década, a inovação aberta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h5><strong>Por Rodrigo Miranda*</strong></h5>



<p>Desde os primeiros meses da pandemia, muitas empresas perceberam que fazer parcerias colaborativas seria um recurso para se manterem competitivas.</p>



<p>No início, muitas dessas parcerias eram voltadas para a crise de saúde pública que se instaurou. Mas, na sequência, inúmeros outros negócios foram surgindo. Por mais de uma década, a<a href="https://www.group-gac.com.br/inovacao-aberta/"> inovação aberta</a> vem mostrando para centenas de executivos e estudantes como inovar de forma mais distribuída, descentralizada e participativa.</p>



<p data-start="554" data-end="866">As empresas finalmente entendem que a colaboração gera diversos benefícios, especialmente no crescimento apoiado pela troca de conhecimento e tecnologia. Durante a pandemia, essa prática chegou a salvar vidas. Um exemplo é a parceria entre Ford, GE Healthcare e 3M na produção de respiradores nos Estados Unidos.</p>
<p data-start="868" data-end="1164">Depois desse caso, houve um boom de inovação aberta no país. Em momentos de crise, essa abordagem mostra grande potencial para resolver problemas urgentes. Além disso, muitas empresas passam a investir mais em sinergia e trabalho conjunto. Uma tendência recente é a IaaS, Innovation as a Service.</p>
<h5 data-start="1430" data-end="1483"><strong data-start="1434" data-end="1483">Inovação como serviço: um caminho crescente</strong></h5>
<p data-start="1166" data-end="1467">Entre tantos modelos, a “inovação como serviço” permite usar nossa expertise para apoiar empresas sem infraestrutura interna de inovação ou um departamento de P&amp;D estruturado. Mesmo assim, essas organizações têm grande potencial para criar projetos inovadores e ampliar sua competitividade no mercado.</p>
<p data-start="1469" data-end="1802">A oferta de serviços de inovação cresce por causa das novas demandas do mercado. Modelos mais flexíveis ajudam empresas a encontrar o formato ideal. A G.A.C., por exemplo, conta com uma equipe experiente, plataformas digitais e uma rede de colaboração que facilita a integração com o ecossistema nacional e internacional de inovação.</p>
<p data-start="1804" data-end="2202">Vale lembrar que nada é estático. Para inovar, é preciso mente aberta e condições para promover mudanças. Um desafio comum da inovação aberta é conquistar novos parceiros, já que isso envolve custos de busca, validação e conformidade, além da criação de novas relações sociais. Também é essencial definir quais projetos serão codesenvolvidos, garantindo alinhamento com as estratégias da companhia.</p>
<p data-start="2204" data-end="2569">Esses fatores reforçam a importância dos serviços de consultorias especializadas em inovação. Para colher resultados da inovação aberta, as empresas precisam reconhecer o desafio transformacional que está pela frente. Um processo bem-sucedido exige mudanças operacionais e estruturais na forma de conduzir os negócios, além da integração e da motivação das pessoas.</p>
<p data-start="2571" data-end="2738">Por fim, empresas mais estratégicas costumam aproveitar esse momento para repensar sua infraestrutura de inovação e decidir como se preparar para os próximos desafios.</p>
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		<title>Mercado Edtechs: impactos e tendências</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/mercado-edtech-impactos-e-tendencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 18:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No passado, diversas tendências no setor educacional surgiram e alcançaram resultados muito diferentes entre si. Como ocorreu em outras indústrias, a educação enfrentou desafios intensos durante a pandemia, e instituições de todos os tipos precisaram adotar soluções digitais para manter suas operações de forma remota. Agora, à medida que avançamos para fora desse cenário, essas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p data-start="128" data-end="447">No passado, diversas tendências no setor educacional surgiram e alcançaram resultados muito diferentes entre si. Como ocorreu em outras indústrias, a educação enfrentou desafios intensos durante a pandemia, e instituições de todos os tipos precisaram adotar soluções digitais para manter suas operações de forma remota.</p>
<p data-start="449" data-end="572">Agora, à medida que avançamos para fora desse cenário, essas abordagens seguem evoluindo e continuam relevantes e valiosas.</p>
<p data-start="574" data-end="804">Do ensino fundamental ao superior, a transformação digital acelerou de forma intensa nos últimos dois anos e redefiniu toda a dinâmica do setor. Cada vez mais, provedores de educação buscam reformular a experiência de aprendizado.</p>
<p data-start="806" data-end="992">As Edtechs, por sua vez, ganham espaço como uma inovação disruptiva. Em 2021, o mercado global de Edtech atingiu US$ 254,8 bilhões, com projeção para chegar a US$ 605,4 bilhões até 2027.</p>



<p>No Brasil, as Edtechs representam hoje o maior segmento entre as startups. De acordo com o levantamento realizado pelo <a href="https://cieb.net.br/">CIEB</a> (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) e pela <a href="https://abstartups.com.br/">Abstartup</a> (Associação Brasileira de Startups do Brasil), que consolida dados coletados entre 2019 e 2021, as empresas que utilizam tecnologia para criar soluções inovadoras para a área de educação, cresceram 26% durante a pandemia de Covid-19. Segundo o balanço, há pelo menos 566 Edtechs ativas no mercado de educação do país.</p>



<p>&nbsp;</p>



<h5 class="has-text-align-left has-medium-font-size"><strong>Tendências para os próximos anos</strong></h5>



<h5><strong>Mais uso de dados em tempo real</strong></h5>



<p data-start="1334" data-end="1668">A tomada de decisão baseada em dados se tornou uma tendência importante nos negócios em geral. Nos próximos anos, ela também será essencial para a evolução do setor educacional. Recursos de nuvem e ciência de dados, quando aplicados corretamente, podem melhorar a experiência de equipes e alunos.</p>



<h5><strong>Edtech no metaverso</strong></h5>



<p>O metaverso tem sido a nova palavra da moda e chamado a atenção, pois as tecnologias que ele promete, da realidade imersiva aos novos recursos de ciência de dados, podem gerar valor concreto na educação. O aprendizado através do metaverso fornece uma experiência de gamificada e com acesso constante ao material de estudo para os alunos.</p>



<h5><strong>Gamificação</strong></h5>



<p data-start="1960" data-end="2135">Jogos educativos trazem uma abordagem mais vivencial. Eles mantêm os alunos engajados e estimulam um envolvimento multissensorial no processo de aprendizado.</p>



<h5><strong>Educação Personalizada</strong></h5>



<p>A educação personalizada está se tornando o próximo novo normal, pois agora, as salas de aula são muito mais diversificadas e complexas e o acesso à tecnologia está ajudando a atender melhor às necessidades de cada aluno.</p>



<p>As ferramentas tecnológicas podem ajudar os professores a proporcionar aos alunos experiências de aprendizagem diferenciadas.</p>



<h5><strong>Mistura do real</strong></h5>



<p>A mistura de Realidade, Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e Realidade Virtual, impactará todas as áreas da atividade humana e a educação certamente não será uma exceção.</p>



<p>Essas ferramentas são capazes de se tornar cada vez melhores em qualquer tarefa a que sejam atribuídas e serão usadas para fornecer formas mais personalizadas de educação ou aprendizado remoto.</p>



<h5><strong>E o metaverso no mundo corporativo?</strong></h5>



<p>A tendência está atraindo investimentos de gigantes do setor de tecnologia e muitas empresas já estão criando espaços de aprendizagem imersivos. Neste momento de transformação e aprendizagem digital, o metaverso surge de forma disruptiva para a criação de novos formatos e experiências.</p>



<p>O ambiente digital permite que diversas práticas inovadoras favoreçam o aprendizado, independentemente do setor. Fazer reuniões, treinamentos, eventos, entrevistas de emprego e simulações de projetos, por exemplo, será muito mais fácil, propiciando uma nova experiência integrada de trabalho no mundo corporativo.</p>



<p>Embora estejamos iniciando neste novo mundo, as possibilidades de utilização são infinitas e de extrema importância para a capacitação dos profissionais.</p>
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