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	<title>Arquivo de ranking - G.A.C. Brasil</title>
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	<description>Consultoria de gestão estratégica da inovação</description>
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		<title>Setor químico lidera inovação no país, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2022 13:56:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor químico lidera a inovação na indústria brasileira. Além disso, os dados são da Pesquisa de Inovação (Pintec), realizada em parceria com a ABDI e a UFRJ, com referência ao ano de 2021. De acordo com o estudo, a taxa de inovação alcançou 70,5% [&#8230;]</p>
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<p data-start="0" data-end="138">Segundo levantamento do <a href="https://www.ibge.gov.br/">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE), o setor químico lidera a inovação na indústria brasileira.</p>
<p data-start="140" data-end="272">Além disso, os dados são da Pesquisa de Inovação (Pintec), realizada em parceria com a ABDI e a UFRJ, com referência ao ano de 2021.</p>
<p data-start="274" data-end="478">De acordo com o estudo, a taxa de inovação alcançou 70,5% entre as empresas analisadas. Quando consideradas apenas as companhias de grande porte, com mais de 500 funcionários, esse índice sobe para 76,7%.</p>
<p data-start="480" data-end="714">No recorte setorial, a indústria química se destaca na liderança, com taxa de inovação de 87%. Na sequência, aparecem os setores de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos, com 86,5%, e o de veículos automotores, com 84,7%.</p>
<p data-start="716" data-end="1017">Do total de empresas inovadoras, 37,8% implementaram, simultaneamente, novos produtos e novos processos de negócios. Entre aquelas que inovaram em produtos, 65,6% lançaram novidades internas. Por outro lado, 28,9% direcionaram os lançamentos ao mercado nacional e apenas 5,5% ao mercado internacional.</p>
<p data-start="1019" data-end="1233">Já no que se refere à inovação em processos, 40,6% priorizaram a organização do trabalho. Em paralelo, 37,5% investiram em práticas de gestão ou relações externas, enquanto 33,5% concentraram esforços em marketing.</p>
<p data-start="1235" data-end="1558" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por fim, o levantamento mostra que 33,9% das empresas investiram em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D). Nesse contexto, o setor de equipamentos de informática, eletrônicos e ópticos apresentou índice de 66,6%. Logo depois, os segmentos químico, farmacoquímico e farmacêutico registraram taxas de 65,3% e 63%, respectivamente.</p>
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		<title>5G: Pesquisa divulga as cidades brasileiras que mais incentivam tecnologia</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/5g-pesquisa-divulga-as-cidades-brasileiras-que-mais-incentivam-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[5G]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades Brasileiras]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Conexis Brasil Digital divulgou o levantamento Cidades Amigas do 5G. De acordo com o ranking, Ponta Grossa (PR), Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR) lideram como os municípios com maior incentivo para instalar redes da quinta geração de internet móvel no país. Além disso, essas cidades se destacam por combinar legislação favorável e infraestrutura [&#8230;]</p>
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<p data-start="115" data-end="486">A Conexis Brasil Digital divulgou o levantamento <em data-start="164" data-end="186">Cidades Amigas do 5G</em>. De acordo com o ranking, Ponta Grossa (PR), Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR) lideram como os municípios com maior incentivo para instalar redes da quinta geração de internet móvel no país. Além disso, essas cidades se destacam por combinar legislação favorável e infraestrutura adequada.</p>
<p data-start="488" data-end="827">“Além disso, além da adequação da legislação municipal à Lei Geral de Antenas, o levantamento também avaliou a burocracia enfrentada pelas empresas para instalar antenas. Por exemplo, considerou-se a necessidade de fazer solicitações em mais de um órgão municipal, o prazo para instalação e o custo”, destaca o comunicado da Conexis.</p>
<p data-start="829" data-end="951">Segundo a entidade, esses são os 10 municípios mais bem preparados para receber a nova tecnologia de internet móvel:</p>
<ul data-start="953" data-end="1156">
<li data-start="953" data-end="974">
<p data-start="955" data-end="974">Ponta Grossa (PR)</p>
</li>
<li data-start="975" data-end="996">
<p data-start="977" data-end="996">Porto Alegre (RS)</p>
</li>
<li data-start="997" data-end="1014">
<p data-start="999" data-end="1014">Curitiba (PR)</p>
</li>
<li data-start="1015" data-end="1043">
<p data-start="1017" data-end="1043">São José dos Campos (SP)</p>
</li>
<li data-start="1044" data-end="1063">
<p data-start="1046" data-end="1063">Uberlândia (MG)</p>
</li>
<li data-start="1064" data-end="1080">
<p data-start="1066" data-end="1080">Jacareí (SP)</p>
</li>
<li data-start="1081" data-end="1099">
<p data-start="1083" data-end="1099">São Paulo (SP)</p>
</li>
<li data-start="1100" data-end="1118">
<p data-start="1102" data-end="1118">Joinville (SC)</p>
</li>
<li data-start="1119" data-end="1139">
<p data-start="1121" data-end="1139">João Pessoa (PB)</p>
</li>
<li data-start="1140" data-end="1156">
<p data-start="1142" data-end="1156">Chapecó (SC)</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1158" data-end="1385">Por outro lado, o relatório da Conexis também apresentou os municípios com maiores dificuldades para implantar redes 5G. Entre eles estão Palmas (TO), São José (SC), Jundiaí (SP), São Leopoldo (RS) e Santa Maria (RS).</p>
<p data-start="1387" data-end="1689">Além disso, os principais problemas nos municípios que ocupam as últimas posições do ranking incluem restrições para instalar infraestrutura, exigência de licença ambiental de forma geral ao invés dos casos previstos em lei e necessidade de vários documentos para aprovar a instalação de antenas.</p>
<p data-start="1691" data-end="2004">Ainda segundo o levantamento, foram avaliados o ambiente técnico e a capacidade de instalação da infraestrutura de redes, como antenas e fibra óptica. Por fim, vale destacar que apenas cidades com mais de 200 mil habitantes foram incluídas no estudo, garantindo relevância e consistência nos resultados.</p>
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		<title>Brasil sobe três posições em ranking de inovação</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/brasil-sobe-tres-posicoes-em-ranking-de-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 20:01:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil subiu três posições no Índice Global de Inovação (IGI) e ocupa agora o 54º lugar entre 132 países. Porém, em comparação com 2021, o país manteve a queda nos investimentos em inovação. “A posição brasileira está sete casas abaixo da melhor marca atingida, que foi [&#8230;]</p>
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<p data-start="0" data-end="376">Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil subiu três posições no <a href="https://www.wipo.int/documents/d/global-innovation-index/docs-pt-wipo-pub-2000-2022-exec-pt-global-innovation-index-2022-15th-edition.pdf">Índice Global de Inovação (IGI)</a> e ocupa agora o 54º lugar entre 132 países. Porém, em comparação com 2021, o país manteve a queda nos investimentos em inovação. “A posição brasileira está sete casas abaixo da melhor marca atingida, que foi o 47º lugar em 2011”, informa a CNI.</p>
<p data-start="378" data-end="628">A entidade, em parceria com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual e o Instituto Portulans, alerta que essa melhora no ranking não significa que o país esteja bem na agenda de inovação, já que os investimentos continuam caindo a cada ano.</p>
<p data-start="630" data-end="958">O IGI 2022 baseou-se na média de dois subíndices. O primeiro avalia os insumos de inovação e considera os elementos da economia que facilitam o desenvolvimento de atividades inovadoras. Esse índice abrange pilares como instituições, capital humano, pesquisa, infraestrutura, sofisticação do mercado e sofisticação empresarial.</p>
<p data-start="960" data-end="1164">O segundo subíndice refere-se aos produtos de inovação, medindo os resultados efetivos das atividades inovadoras na economia. Ele divide-se em produtos de conhecimento e tecnologia e produtos criativos.</p>
<p data-start="1166" data-end="1384">De acordo com a CNI, o Brasil caiu duas posições no ranking de insumos de inovação, passando de 56º em 2021 para 58º em 2022. No entanto, subiu seis posições no ranking de resultados de inovação, de 59º para 53º.</p>
<p data-start="1386" data-end="1728">Para a diretora de Inovação da CNI, Gianna Sagazio, isso indica que, apesar da queda nos investimentos, os agentes do ecossistema brasileiro obtiveram melhores resultados com menos recursos. Ela afirma que a melhora demonstra que, mesmo com dificuldades estruturais, as empresas se saíram melhor do que o esperado, atestando sua capacidade.</p>
<p data-start="1730" data-end="1928">Os dez países mais bem colocados no índice geral são Suíça, Estados Unidos, Suécia, Reino Unido, Holanda, Coreia do Sul, Singapura, Alemanha, Finlândia e Dinamarca. O indicador foi criado em 2007.</p>
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