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	<title>Arquivo de inteligência artificial - G.A.C. Brasil</title>
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	<description>Consultoria de gestão estratégica da inovação</description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Dec 2025 13:21:58 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Futebol inova e inspira mundo corporativo</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/futebol-inova-e-inspira-mundo-corporativo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 11:18:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[inovação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Rodrigo Miranda* A globalização e a maior competitividade obrigaram o futebol a se reinventar. Assim, federações e clubes passaram a desenvolver ideias, ferramentas e procedimentos inovadores. Dessa forma, o esporte consegue continuar sendo o mais popular do mundo, alcançando sustentabilidade social e econômica. De forma semelhante, o futebol também pode inspirar empresas a se reinventarem, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[


<p><em>por </em><strong><em>Rodrigo Miranda</em></strong>*</p>



<p data-start="154" data-end="585">A globalização e a maior competitividade obrigaram o futebol a se reinventar. Assim, federações e clubes passaram a desenvolver ideias, ferramentas e procedimentos inovadores. Dessa forma, o esporte consegue continuar sendo o mais popular do mundo, alcançando sustentabilidade social e econômica. De forma semelhante, o futebol também pode inspirar empresas a se reinventarem, aplicando modelos de negócios da iniciativa privada.</p>
<p data-start="587" data-end="934">No futebol profissional, a competição é intensa. Além disso, há pressões constantes para descobrir e explorar novas oportunidades de crescimento e vencer partidas e campeonatos. Esse cenário, portanto, se assemelha ao ambiente corporativo, especialmente em setores em que ganhar um ponto percentual a mais de marketshare é motivo de comemoração.</p>
<p data-start="936" data-end="1156">Essa competitividade exige mudanças e inovações contínuas. Por isso, é possível aplicar os cinco pilares do ecossistema da inovação — liderança, estratégia, cultura, gestão e processos — também no futebol profissional.</p>
<p data-start="1158" data-end="1564">Primeiramente, líderes e gestores precisam definir o ponto de partida e o objetivo final. Com isso, conseguem traçar uma estratégia eficiente e criar um ambiente interno colaborativo. Além disso, devem identificar barreiras internas que impedem o atingimento das metas e trabalhar para eliminá-las ou reduzi-las. Ao mesmo tempo, precisam reconhecer os aceleradores da inovação que devem ser fortalecidos.</p>
<h5 data-start="1698" data-end="1750">Cultura do Futebol e Estratégia de Crescimento</h5>
<p data-start="1566" data-end="1866">Como esporte de massa, o futebol exige compreensão da sua cultura. Dessa forma, os clubes conseguem estabelecer parcerias, montar elencos equilibrando investimentos individuais e coletivos, usar tecnologia para estudar adversários e analisar hábitos dos torcedores, gerando novas fontes de receita.</p>
<p data-start="1868" data-end="2128">À medida que a cultura do futebol é compreendida, a estratégia de inovação se torna mais clara. Assim, é possível alinhar o crescimento do clube com a necessidade de desenvolver lideranças, transformar a cultura organizacional e aprimorar processos internos.</p>
<p data-start="2130" data-end="2351">Além disso, novas tecnologias entram no ecossistema para melhorar o condicionamento físico e a recuperação dos atletas, analisar variáveis das partidas e hábitos dos torcedores, e reduzir erros humanos durante os jogos.</p>
<p data-start="2353" data-end="2602">Por exemplo, na Copa do Mundo, será usado pela primeira vez um sistema semiautomático de inteligência artificial (IA) para marcar impedimentos. Câmeras com machine learning rastrearão os jogadores, reduzindo o tempo do VAR e aumentando a precisão.</p>
<p data-start="2604" data-end="2843">Além disso, a bola terá chip de geolocalização sensível ao toque. Ele enviará dados sobre o posicionamento e o chute a um software acessado pelos operadores do VAR. Dessa forma, os árbitros poderão tomar decisões mais rápidas e precisas.</p>
<p data-start="2845" data-end="3128">O público acompanhará os lances em 3D nos telões do estádio. Outra novidade é o uso de IoT nas camisetas dos jogadores. Microssensores no tecido enviarão informações vitais, como temperatura, estresse e hidratação, permitindo que a equipe técnica ajuste a estratégia em tempo real.</p>
<p data-start="3130" data-end="3321">Além disso, o calor intenso do Oriente Médio será mitigado por drones que liberam hélio, formando nuvens artificiais. Isso reduzirá a temperatura e a incidência de raios solares no estádio.</p>
<h5 data-start="3532" data-end="3583">Impacto da Inovação no Futebol e nos Negócios</h5>
<p data-start="3323" data-end="3598">Essas inovações mostram que, embora o futebol seja um esporte consolidado, os clubes buscam soluções para ampliar resultados constantemente. Assim como no mundo empresarial, tecnologia e inovação não são apenas diferenciais, mas essenciais para crescimento e sobrevivência.</p>
<p data-start="3600" data-end="3861">Finalmente, a inovação transforma a cultura por meio de mudanças disruptivas, atendendo e antecipando as demandas de usuários e da sociedade. Portanto, seja no esporte ou nos negócios, o objetivo é criar soluções que gerem resultados mensuráveis e duradouros.</p>
<p>* <em><strong>Rodrigo Miranda</strong></em> é especialista em inovação, graduado em engenharia elétrica (IPV-Portugal), com MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Projetos (FGV), e é diretor de operações da consultoria internacional<a href="https://www.group-gac.com.br/"> G.A.C. Brasil</a>.</p>



<p>&nbsp;</p>



<p>Fonte: Terra</p>
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		<title>Brasil é o país mais avançado da América Latina no uso de inteligência artificial, mostra estudo</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/brasil-e-o-pais-mais-avancado-da-america-latina-no-uso-de-inteligencia-artificial-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 17:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SAS, especializado em analytics, apresentou a pesquisa “Avanços na cultura organizacional baseada em dados, analytics e IA”. O estudo, realizado pelo IDC, mapeia a adoção de soluções data-driven no mercado latino-americano. De acordo com os resultados, o Brasil se destaca por estar em estágio avançado na adoção de inteligência artificial. Atualmente, 63% das empresas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[


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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-WEB:63b573b0-40b7-448d-a8ef-0a51a4f10f17-33" data-testid="conversation-turn-68" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant">
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<p data-start="126" data-end="351">O SAS, especializado em analytics, apresentou a pesquisa “Avanços na cultura organizacional baseada em dados, analytics e IA”. O estudo, realizado pelo <a href="https://www.idc.com/">IDC</a>, mapeia a adoção de soluções data-driven no mercado latino-americano.</p>
<p data-start="353" data-end="591">De acordo com os resultados, o Brasil se destaca por estar em estágio avançado na adoção de inteligência artificial. Atualmente, 63% das empresas que utilizam dados e analytics também aplicam IA. Em comparação, a média da região é de 47%.</p>
<p data-start="593" data-end="801">Nesse contexto, a pesquisa aponta que sete em cada dez empresas brasileiras usam IA para aprimorar a análise de dados históricos. Como resultado, buscam gerar insights preditivos mais precisos e estratégicos.</p>
<p data-start="803" data-end="1047">Segundo André Novo, country manager do SAS no Brasil, os dados evidenciam maior maturidade digital das companhias nacionais. Além disso, esse avanço fortalece a competitividade, permite antecipar cenários e abre novas oportunidades de negócios.</p>
<h5 data-start="1154" data-end="1205">Investimentos em dados superam a média regional</h5>
<p data-start="1049" data-end="1284">Além disso, o levantamento revela que 90% das empresas brasileiras investem em dados e analytics para identificar tendências e padrões de consumo. Esse percentual supera, de forma significativa, a média da América Latina, que é de 60%.</p>
<p data-start="1286" data-end="1492">Para Novo, o estudo reforça que o mercado nacional já reconhece o valor da análise de dados. Nesse sentido, soluções robustas tornam-se fundamentais para compreender melhor o comportamento dos consumidores.</p>
<p data-start="1494" data-end="1724">Do ponto de vista técnico, a confiabilidade e a segurança aparecem como os principais fatores para a adoção de analytics. No Brasil, 84% das empresas apontam esse critério. Por outro lado, na média regional, o índice cai para 73%.</p>
<p data-start="1726" data-end="1894">Por fim, na escolha das soluções, o suporte técnico exerce papel decisivo. Esse fator foi citado por 56% dos entrevistados como elemento central no processo de decisão.</p>
<p data-start="1896" data-end="2097" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Para a realização do relatório, o IDC entrevistou 333 empresas de diferentes portes e segmentos. Ao todo, a pesquisa abrangeu oito países da América Latina, incluindo Brasil, México, Chile e Argentina.</p>
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		<title>Inteligência artificial no setor financeiro: impacto e tendências</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/inteligencia-artificial-no-setor-financeiro-impacto-e-tendencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 11:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para competir e prosperar nesse ambiente desafiador, bancos tradicionais precisarão construir uma nova proposta de valor baseada em recursos de inteligência artificial e análises de ponta Embora a Inteligência Artificial (IA) já exista há décadas, ela se tornou ainda mais predominante nos últimos anos. Além disso, nenhuma indústria ou setor permaneceu intocado por seu impacto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Para competir e prosperar nesse ambiente desafiador, bancos tradicionais precisarão construir uma nova proposta de valor baseada em recursos de inteligência artificial e análises de ponta</em></p>



<p data-start="445" data-end="650">Embora a Inteligência Artificial (IA) já exista há décadas, ela se tornou ainda mais predominante nos últimos anos. Além disso, nenhuma indústria ou setor permaneceu intocado por seu impacto e prevalência.</p>



<p data-start="643" data-end="869">A evolução da tecnologia e as mudanças no comportamento do consumidor marcaram um momento crucial para novos modelos de negócios. O setor de finanças está entre os que mais buscam maneiras de aproveitar o poder dessa inovação.</p>



<p data-start="871" data-end="1127">Os bancos que mantiveram o modelo tradicional enfrentam ameaças competitivas, como neobancos e empresas não bancárias. Hoje, grandes instituições aplicam IA em serviços como empréstimos em frações de segundo, autenticação biométrica e assistentes virtuais.</p>
<p data-start="1129" data-end="1422">As fintechs e outros inovadores do comércio digital estão assumindo partes importantes do relacionamento bancário com os clientes. Grandes empresas de tecnologia também incorporam pagamentos e, em alguns casos, recursos de empréstimo para atrair usuários com uma oferta mais ampla de serviços.</p>
<p data-start="1424" data-end="1576">Além disso, os clientes se acostumaram à facilidade, velocidade e personalização dos canais digitais. Isso elevou as expectativas em relação aos bancos.</p>
<p data-start="1578" data-end="1803">Para competir e prosperar nesse cenário, os bancos tradicionais precisarão construir uma nova proposta de valor baseada em IA e análises avançadas. Isso exige uma estratégia que coloque a “IA em primeiro lugar” nas operações.</p>



<h5><strong>O que é a Inteligência Artificial e como ela pode beneficiar a área financeira?</strong></h5>



<p>A inteligência artificial é um ramo abrangente da ciência da computação voltado à construção de máquinas inteligentes capazes de executar tarefas que normalmente exigem inteligência humana. Alguns exemplos: Siri, Alexa e outros assistentes inteligentes, carros autônomos, bots de conversação, recomendações da Netflix, entre outros.</p>



<p data-start="2166" data-end="2514">A decisão das instituições financeiras de adotar a IA deve acelerar com o avanço tecnológico, maior aceitação do usuário e mudanças regulatórias. Os bancos que usam IA conseguem simplificar processos, automatizar tarefas, melhorar a experiência do cliente e reduzir riscos de fraude, além de oferecer acesso 24 horas por dia, 7 dias por semana.</p>



<h5><strong>Principais tendências de IA para o setor de finanças</strong></h5>



<h5><strong># Tendência nº 1: Melhor tomada de decisões financeiras para os consumidores</strong></h5>



<p>Uma das aplicações mais promissoras da IA ​​nas finanças é o uso de análises preditivas para tomar decisões financeiras personalizadas. Essa tecnologia pode ser usada por consumidores que desejam economizar e construir um futuro financeiro sólido.</p>



<p>As previsões podem ser, por exemplo: &#8220;Com base em seus hábitos de consumo e nível de economia desejado, recomendamos que você altere sua categoria de gastos como: &#8216;Comer fora&#8217; para ‘Pedir delivery’.</p>



<p>Essas análises do comportamento do consumidor se tornarão cada vez mais comuns à medida que novos métodos são desenvolvidos e os dados digitais se tornam mais prontamente disponíveis para análise.</p>



<h5><strong># Tendência nº 2: Oferecer melhor experiência ao cliente</strong></h5>



<p>A IA pode ajudar a melhorar esse ponto essencial dos negócios utilizando chatbots, assistentes digitais que se comunicam com os clientes por meio de mensagens de texto ou comandos de voz, podendo responder a perguntas comuns sobre produtos e serviços.</p>



<p>A IA provavelmente decolará em uma área onde muitos consumidores expressam frustração. Com os chatbots, não é necessário navegar pelos menus ou esperar por um representante disponível &#8211; o bot fornecerá serviço para você imediatamente.</p>



<h5><strong># Tendência nº 3: Dados financeiros em tempo real</strong></h5>



<p>Essa tecnologia melhorará a abordagem atual de gerenciamento de fraudes. À medida que as ferramentas de IA se tornam mais poderosas, elas poderão detectar lavagem de dinheiro ou atividades suspeitas em tempo real.</p>



<p>Outro benefício é que essa tecnologia pode ajudar os bancos a identificar erros antes que se tornem grandes problemas.</p>



<h5><strong>Tendência nº 4: Automação robótica em processos</strong></h5>



<p>As fintechs também continuarão a implementar a automação de processos robóticos em suas operações. Este é um sistema de bots de software que podem completar tarefas repetitivas mais rapidamente e com maior precisão do que os humanos. Esses trabalhadores virtuais leem um conjunto de scripts ou executam tarefas em um determinado tipo de transação e, em seguida, transferem as informações para funcionários humanos para revisão e aprovação. O resultado é um fluxo de trabalho aprimorado.</p>



<h5><strong># Tendência nº 5: Segurança e autenticação</strong></h5>



<p>Por fim, a IA ajudará a simplificar os protocolos de segurança quando se trata de autenticação. O processo de autenticação multifatorial de hoje pode ser visto como algo lento e complicado para os clientes, mas a tecnologia é capaz de ajudar fornecendo informações mais precisas sobre quem você é em milissegundos após a digitalização de sua impressão digital ou íris.</p>



<p>A inteligência artificial (IA) está revolucionando a forma como consumidores e empresas acessam e gerenciam suas finanças.</p>



<p>Para prosperar em uma era digital marcada por inovação, o setor financeiro precisará continuar investindo em potenciais recursos e análises que forneçam soluções inteligentes e personalizadas, além de experiências em escala e em tempo real.</p>
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		<item>
		<title>Centro da USP testa IA em semáforos para uso em cidades inteligentes</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/centro-da-usp-testa-ia-em-semaforos-para-uso-em-cidades-inteligentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 12:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades Inteligentes]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O campus da USP Butantã, em São Paulo, será o campo de provas de dois projetos-pilotos da Internet das Coisas em segurança e mobilidade urbana. Ambas as ideias estão sendo desenvolvidas pelo Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC) e serão viabilizadas com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p>O campus da USP Butantã, em São Paulo, será o campo de provas de dois projetos-pilotos da Internet das Coisas em segurança e mobilidade urbana. Ambas as ideias estão sendo desenvolvidas pelo <a href="https://www.lsitec.org.br/">Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico</a> (LSI-TEC) e serão viabilizadas com financiamento do <a href="https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home">Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social</a> (BNDES) no valor de R$ 5,3 milhões.</p>



<p data-start="474" data-end="864">A iniciativa, chamada Projeto Cidades Inteligentes, conta com parceiros das redes pública e privada. Segundo Marcelo Zuffo, professor da Poli-USP e conselheiro científico dos projetos, a proposta é transformar o campus em um “bairro experimental” para testar tecnologias de IoT instaladas em semáforos e automóveis. Dessa forma, o ambiente se torna ideal para experimentação urbana.</p>



<h5><strong>Semáforos inteligentes</strong></h5>



<p data-start="893" data-end="1178">Ainda neste semestre, a equipe instalará dois semáforos inteligentes na Cidade Universitária. Eles farão a análise do fluxo de trânsito e controlarão a abertura priorizando a segurança dos pedestres. Com isso, o sistema tende a melhorar a fluidez e reduzir riscos na travessia.</p>



<p data-start="1180" data-end="1448">Laisa Costa De Biase, coordenadora do LSI-TEC, explica que os semáforos terão pequenos computadores capazes de processar grandes volumes de informação. Além disso, câmeras instaladas ao redor captam imagens em tempo real dentro de um determinado raio, segundo ela.</p>



<h5><strong>Sentinela</strong></h5>



<p data-start="1464" data-end="1799">Paralelamente, outra frente do projeto foca em segurança. Um dispositivo embutido no veículo lê as placas de carros próximos, monitora o ambiente e identifica riscos com base em imagens captadas por uma câmera e analisadas por inteligência artificial. Em seguida, o sistema envia notificações por mensagem a um servidor remoto.</p>



<p data-start="1801" data-end="2154">Se um veículo equipado com o Sentinela se envolver em um acidente, o dispositivo identifica a gravidade e gera uma ocorrência automática para o serviço de emergência. Assim, o atendimento se torna mais rápido e preciso. O sistema também analisa placas de carros próximos e, se alguma constar em banco de dados de ilícitos, envia um alerta à polícia.</p>



<h5><strong>Instrumento de política pública</strong></h5>



<p data-start="2192" data-end="2393">Para o professor Marcelo Zuffo, o projeto atende ao Plano Nacional de Internet das Coisas. Além disso, ele destaca que o uso de tecnologias abertas reduz significativamente os custos de instalação.</p>



<p>O BNDES selecionou o projeto na chamada Pilotos de IoT. O LSI-TEC conduzirá sua execução. Para a execução dos pilotos foi estabelecida uma rede de colaboração que conta também com o grupo automotivo Stellantis, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo, Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo e com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo em que algumas instituições participam como cofinanciadoras e outras na implantação da solução.</p>





<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/centro-da-usp-testa-ia-em-semaforos-para-uso-em-cidades-inteligentes/">Centro da USP testa IA em semáforos para uso em cidades inteligentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial no combate à fome</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/inteligencia-artificial-no-combate-a-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2022 20:24:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A necessidade de combater a fome é amplamente reconhecida. Inicialmente, pesquisadores do Centro de Inteligência Artificial (C4AI) desenvolveram algoritmos que identificam regiões que precisam de infraestrutura e soluções para o fornecimento de alimentos. Dessa forma, a tecnologia ajuda a direcionar ações de combate à insegurança alimentar. A ferramenta usa Inteligência Artificial para orientar o poder [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p data-start="361" data-end="711">A necessidade de combater a fome é amplamente reconhecida. Inicialmente, pesquisadores do Centro de Inteligência Artificial (C4AI) desenvolveram algoritmos que identificam regiões que precisam de infraestrutura e soluções para o fornecimento de alimentos. Dessa forma, a tecnologia ajuda a direcionar ações de combate à insegurança alimentar.</p>
<p data-start="713" data-end="962">A ferramenta usa Inteligência Artificial para orientar o poder público, empresas e organizações sobre onde agir com maior assertividade e eficiência. Além disso, ela simplifica análises complexas ao transformar dados em informações estratégicas.</p>
<p data-start="964" data-end="1255">Um dos protótipos utiliza dados abertos do Governo Federal, do IBGE, da Conab e da indústria de alimentos. Com esses dados, a tecnologia identifica as áreas mais vulneráveis à fome na cidade de São Paulo. Consequentemente, gestores conseguem priorizar territórios com maior urgência.</p>
<p data-start="1257" data-end="1724">O professor Alexandre Delbem, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP e pesquisador do C4AI, criou a tecnologia. Ele explica: “A ferramenta se adapta aos dados disponíveis e descobre sozinha como cruzar informações que se complementam, mesmo quando são poucas. Ela tira o melhor proveito para apoiar a tomada de decisão. Basta inserir dados brutos que a inteligência artificial interpreta e transforma em relatórios, planilhas, gráficos ou mapas.”</p>
<p data-start="1726" data-end="2109">Por outro lado, o potencial da tecnologia vai além do combate à fome. Segundo Delbem, ela também pode coletar dados sobre mudanças climáticas e prever possíveis desabastecimentos agrícolas. Assim, gestores podem se preparar com antecedência. A solução aceita qualquer tipo de dado e atua em várias frentes, inclusive na integração entre profissionais de áreas diferentes.</p>
<p data-start="2111" data-end="2434">Ele reforça: “Ela conecta as informações e apresenta dados confiáveis para decisões conjuntas. Os gestores podem dialogar melhor, e isso ajuda prefeituras e secretarias a tomarem decisões alinhadas.” Por fim, a ferramenta amplia a capacidade de planejamento público, tornando ações sociais mais inteligentes e efetivas.</p>
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