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	<title>Arquivo de ciência - G.A.C. Brasil</title>
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	<description>Consultoria de gestão estratégica da inovação</description>
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		<title>Brasil e Reino Unido discutem fortalecimento da cooperação em ciência e tecnologia</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/brasil-e-reino-unido-discutem-fortalecimento-da-cooperacao-em-ciencia-e-tecnologia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Aug 2022 12:13:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, e a encarregada de Negócios da Embaixada do Reino Unido no Brasil, Melanie Hopkins, realizaram uma reunião estratégica para discutir novos caminhos de cooperação científica e tecnológica entre os dois países. Além disso, o encontro reforçou o compromisso mútuo de aprofundar parcerias em áreas-chave para o [&#8230;]</p>
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<p data-start="121" data-end="649">O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Alvim, e a encarregada de Negócios da Embaixada do Reino Unido no Brasil, Melanie Hopkins, realizaram uma reunião estratégica para discutir novos caminhos de cooperação científica e tecnológica entre os dois países. Além disso, o encontro reforçou o compromisso mútuo de aprofundar parcerias em áreas-chave para o desenvolvimento sustentável e para a competitividade econômica. Assim, a proposta também busca promover soluções capazes de responder a desafios globais.</p>
<p data-start="651" data-end="1060">Durante a reunião, ambos os representantes destacaram amplas possibilidades de trabalho conjunto. Nesse sentido, o avanço internacional em comércio, investimentos, sustentabilidade e inovação reforça a necessidade de alinhar agendas, compartilhar conhecimento e incentivar projetos conjuntos. Dessa forma, a intenção é conectar centros de pesquisa, universidades, empresas e organismos governamentais.</p>
<p data-start="1062" data-end="1723">Paulo Alvim ressaltou que o Brasil enxerga áreas estratégicas como prioridade na cooperação bilateral. Entre elas, estão saúde e ciências da vida, com foco em novas tecnologias médicas e biotecnologia. Agricultura e produção sustentável de alimentos também ganharam destaque, especialmente diante das pressões do agronegócio global. Além disso, ele citou biodiversidade e bioeconomia, considerando o potencial único das florestas tropicais. Ciência do clima e energia limpa entram como frentes essenciais para enfrentar a crise climática. Por fim, a lista se completa com inovação e inteligência artificial, pilares fundamentais da economia digital.</p>
<p>&nbsp;</p>



<h5><strong>Programa “Chevening Scholarships”: oportunidade de estudos no Reino Unido</strong></h5>



<p>A representante da Embaixada do Reino Unido agradeceu a parceria já estabelecida entre os países e em especial, aproveitou para divulgar o programa “Chevening Scholarships”, iniciativa que concede bolsas de estudo no Reino Unido para alunos de mais de 160 países.</p>



<p>A ação já contemplou 50 mil bolsas no mundo todo. No Brasil, cerca de 2 mil pessoas já receberam a bolsa. A inscrições para este ano já estão abertas e permanecerão até 2 de novembro.</p>



<h5><strong>Investimentos em startups</strong></h5>



<p>Também foi mencionada a atuação do Conselho de Ciência e Tecnologia para estreitar a colaboração com o governo brasileiro e ajudar especialmente as startups.</p>






















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		<title>Chamada Pública para pesquisa no Sistema Amazônico de Laboratórios Satélites</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/chamada-publica-para-pesquisa-no-sistema-amazonico-de-laboratorios-satelites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 12:44:17 +0000</pubDate>
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<p data-start="189" data-end="637">O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e o CNPq abriram uma nova chamada para pesquisas no Sistema Amazônico de Laboratórios Satélites (SALAS), reforçando o compromisso do governo com o avanço científico na região. Além disso, a iniciativa busca fortalecer estudos que dialogam diretamente com o desenvolvimento sustentável da Amazônia e ampliar a presença de pesquisadores nos laboratórios instalados em áreas estratégicas.</p>
<p data-start="639" data-end="1079">O edital, com valor global de R$ 1,2 milhão, financia projetos que serão conduzidos em dois laboratórios do SALAS, ambos geridos pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM). Nesse sentido, a estrutura do SALAS permite que pesquisadores atuem em campo com maior proximidade, ampliando a coleta de dados e a compreensão dos ecossistemas amazônicos. Assim, o modelo integra ciência, inovação e impacto socioambiental.</p>
<h5 data-start="1104" data-end="1146">Áreas contempladas e impacto científico</h5>
<p data-start="1125" data-end="1611">A chamada apoia projetos nas áreas de ciências humanas, biológicas e da saúde. Dessa forma, as propostas devem contribuir para o avanço científico, tecnológico e para a inovação no país, estimulando abordagens que auxiliem na preservação ambiental, na melhoria da saúde pública e no entendimento das dinâmicas humanas na região. Além disso, esse escopo multidisciplinar incentiva que grupos de pesquisa explorem soluções inovadoras e ampliem o diálogo entre ciência e sociedade.</p>
<p data-start="1613" data-end="2040">Paralelamente, a chamada promove ações de educação, popularização e divulgação científica. Essas atividades precisam alcançar públicos variados e envolver especialistas, instituições de ensino e iniciativas de educação formal e não formal. O objetivo, portanto, é fortalecer a ciência cidadã e ampliar o acesso da população amazônica ao conhecimento científico, incentivando maior engajamento com temas socioambientais.</p>
<p data-start="2042" data-end="2437">O orçamento do MCTI financia toda a chamada. Do total, R$ 480 mil destinam-se ao pagamento de bolsas de fomento tecnológico, enquanto R$ 720 mil cobrem despesas de custeio. Cada projeto pode solicitar até R$ 300 mil, divididos em até R$ 180 mil para custeio e até R$ 120 mil para bolsas. Com isso, o formato garante autonomia às equipes e incentiva propostas robustas e bem estruturadas.</p>
<p data-start="2439" data-end="2707">Por fim, os proponentes devem enviar as propostas até 23h59 (horário de Brasília) de 13 de setembro de 2022. A oportunidade reforça o papel estratégico da Amazônia para a ciência brasileira e fortalece iniciativas que unem pesquisa, inovação e impacto territorial.</p>



<p>Acesse a íntegra da Chamada: <a href="https://bit.ly/3QaItma">https://bit.ly/3QaItma</a></p>






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		<title>MCTI, FINEP e CNPq anunciam chamadas nas áreas de saúde e biotecnologia</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/mcti-finep-e-cnpq-anunciam-chamadas-nas-areas-de-saude-e-biotecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 12:43:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (28), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações anunciou novas chamadas públicas do FNDCT. O anúncio ocorreu ao lado dos presidentes da FINEP e do CNPq. Assim, as ações reforçam o compromisso do governo com pesquisas em saúde e biotecnologia. Além disso, a FINEP/MCTI lançou uma chamada pública de R$ 35 milhões [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p data-start="177" data-end="450">Na última quinta-feira (28), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações anunciou novas chamadas públicas do FNDCT. O anúncio ocorreu ao lado dos presidentes da FINEP e do CNPq. Assim, as ações reforçam o compromisso do governo com pesquisas em saúde e biotecnologia.</p>
<p data-start="452" data-end="725">Além disso, a FINEP/MCTI lançou uma chamada pública de R$ 35 milhões para PD&amp;I em doenças raras. As linhas de pesquisa envolvem diagnóstico, tratamento e reabilitação. Com isso, a iniciativa busca estimular soluções acessíveis e avançar no cuidado às doenças raras.</p>
<p data-start="727" data-end="960">Cada projeto poderá receber entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões. Propostas com ensaios clínicos poderão obter até R$ 8 milhões. Nesse sentido, a chamada ficará aberta para Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) até 8 de setembro.</p>
<p data-start="962" data-end="1227">Paralelamente, o CNPq/MCTI anunciou cinco editais para saúde e biotecnologia. O primeiro edital apoiará pesquisas sobre Covid longa, com investimento de R$ 27 milhões. Já o segundo edital tratará da resistência antimicrobiana, com R$ 37 milhões em recursos.</p>
<p data-start="1229" data-end="1498">Além disso, outro edital destinou R$ 31 milhões a projetos de biotecnologia. As áreas contempladas incluem saúde, agropecuária, meio ambiente e indústria. Dessa forma, a proposta é incentivar novos biofármacos, tecnologias de melhoramento e soluções ambientais.</p>
<p data-start="1500" data-end="1756">Também, o quarto edital trata da capacitação de profissionais para ambientes de alta contenção biológica. Ele receberá R$ 30 milhões em bolsas no Brasil e no exterior. O objetivo, portanto, é formar especialistas para atuar em estruturas sensíveis.</p>
<p data-start="1758" data-end="1951">Por fim, o quinto edital destina R$ 15 milhões para tecnologias de bioinformática. As pesquisas poderão focar em edição genômica, sequenciamento genético e ferramentas avançadas de análise.</p>
<p data-start="1953" data-end="2151">O MCTI também lançou uma chamada de R$ 1,2 milhão para o programa SALAS. O prazo vai até 8 de agosto. Ao final, a iniciativa levará pesquisadores aos laboratórios instalados na região amazônica.</p>


























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		<title>Nova Zelândia busca aprofundar cooperação científica e tecnológica com o Estado de São Paulo</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/nova-zelandia-busca-aprofundar-cooperacao-cientifica-e-tecnologica-com-o-estado-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 12:05:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma delegação da Nova Zelândia, liderada pelo ministro da Educação, Chris Hipkins, visitou a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) para estreitar o relacionamento e discutir novas oportunidades de cooperação. Durante o encontro, a FAPESP apresentou novas iniciativas, como o Fundo Amazônia + 10 e programas ligados aos CEPIDs. Além [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p data-start="142" data-end="374">Uma delegação da Nova Zelândia, liderada pelo ministro da Educação, Chris Hipkins, visitou a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) para estreitar o relacionamento e discutir novas oportunidades de cooperação.</p>
<p data-start="376" data-end="569">Durante o encontro, a FAPESP apresentou novas iniciativas, como o Fundo Amazônia + 10 e programas ligados aos CEPIDs. Além disso, reforçou seu interesse em ampliar parcerias internacionais.</p>
<p data-start="145" data-end="377"><strong data-start="526" data-end="563">Cooperação científica e acadêmica</strong></p>
<p data-start="615" data-end="997">O ministro neozelandês mencionou áreas de interesse comum entre a Nova Zelândia e o Brasil. Em entrevista à Agência FAPESP, ele afirmou que a visita reforçou sua visão sobre o valor da educação e da cooperação científica entre os países. Segundo ele, o acordo entre a UNZ e a FAPESP financia projetos que estimulam o intercâmbio acadêmico e a mobilidade entre os dois lados.</p>
<p data-start="999" data-end="1379">Outro ponto destacado foi a atuação conjunta na Global Research Alliance on Agricultural Greenhouse Gases (GRA). A GRA trabalha com pesquisa e desenvolvimento para criar sistemas alimentares resilientes ao clima, sem ampliar as emissões de gases de efeito estufa. Além disso, a iniciativa promove intercâmbios e treinamento para pesquisadores agrícolas por meio de bolsas.</p>
<h5 data-start="1301" data-end="1343"><strong data-start="1305" data-end="1343">Preservação das culturas indígenas</strong></h5>
<p data-start="1426" data-end="1809">Também foram apresentadas ações voltadas à preservação e ao fortalecimento das culturas indígenas. Hipkins destacou que já existe cooperação no campo da revitalização das línguas nativas. Ele mencionou o acordo entre a Massey University e a UFRJ, criado para apoiar a revitalização do kaingang, uma língua ameaçada que ainda é falada por cerca de 20 mil pessoas no Sul do Brasil.</p>
<p data-start="1811" data-end="2107">O projeto se inspira no Te Kohanga Reo, iniciativa da Nova Zelândia que ajudou a revitalizar a língua maori. Vale lembrar que, após um período de apagamento, o maori se tornou língua oficial do país em 1987. Hoje, há escolas bilíngues e canais de TV que transmitem predominantemente em maori.</p>
<p data-start="2109" data-end="2446">Hipkins observou que um “ninho da língua kaingang” já opera em Nonoai (RS), onde metade da população adulta fala a língua. Com isso, ele acredita que o avanço da iniciativa incentivará outras aldeias a transmitir a língua e a cultura às novas gerações. O ministro reforçou que a colaboração deve ser recíproca, com aprendizado mútuo.</p>
<p data-start="2494" data-end="2904">Ele explicou que a fase inicial da cooperação focou em aproximar universidades e pesquisadores. Agora, na próxima etapa, ambos os países devem identificar desafios e interesses comuns, especialmente em áreas como agricultura e redução de gases de efeito estufa. Hipkins afirmou estar confiante de que novas oportunidades surgirão conforme governos, universidades e setores científicos aprofundem o diálogo.</p>
<p data-start="2906" data-end="3089">As conversações sobre novos projetos ainda estão no início, mas, apesar disso, a Nova Zelândia já confirmou participação na próxima chamada do programa SPRINT, prevista para 2023.</p>



<h5><strong>Parceria Brasil-Nova Zelândia</strong></h5>



<p data-start="3131" data-end="3463">As oito universidades da Nova Zelândia formam o grupo Universities New Zealand – Te Pokai Tara (UNZ). Em 2017, a FAPESP e a UNZ assinaram um acordo para promover cooperação científica e tecnológica. Posteriormente, em 2019, o grupo participou de uma chamada pública do programa SPRINT para apoiar o intercâmbio de pesquisadores.</p>
<p data-start="3465" data-end="3628">Atualmente, a FAPESP mantém acordos de cooperação com mais de 150 organizações internacionais, o que reforça sua estratégia de internacionalização da pesquisa.</p>
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		<title>FNDCT aprova plano de investimentos de R$ 6 bilhões para 2022</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/fndct-aprova-plano-de-investimentos-de-r-6-bilhoes-para-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2022 20:06:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quarta-feira (30), o Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) aprovou o Plano Anual de Investimentos Não Reembolsáveis para 2022. O plano destina R$ 6 bilhões para projetos de ciência, tecnologia e inovação. Além disso, o Conselho aprovou o Plano Anual de Investimentos Reembolsáveis, que soma R$ 2,1 bilhões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p data-start="474" data-end="942">Na última quarta-feira (30), o Conselho Diretor do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) aprovou o Plano Anual de Investimentos Não Reembolsáveis para 2022. O plano destina R$ 6 bilhões para projetos de ciência, tecnologia e inovação. Além disso, o Conselho aprovou o Plano Anual de Investimentos Reembolsáveis, que soma R$ 2,1 bilhões em operações de crédito. Dessa forma, o FNDCT reforça sua atuação no apoio à inovação nacional.</p>
<p data-start="944" data-end="1401">Com isso, espera-se a liberação de R$ 9 bilhões em recursos do FNDCT pelo Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2022. Esses valores serão distribuídos entre investimentos reembolsáveis e não reembolsáveis para pesquisa e inovação. Consequentemente, diferentes iniciativas poderão ampliar sua capacidade de desenvolvimento científico. Com isso, o volume de recursos sinaliza um movimento mais robusto de financiamento à ciência e tecnologia.</p>
<p data-start="1210" data-end="1866">O astronauta Marcos Pontes, ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, destacou o esforço coletivo para garantir a liberação dos recursos. Segundo ele, o resultado foi possível graças ao trabalho conjunto entre o ministério, a comunidade científica, o setor produtivo e o Congresso Nacional. Pontes também reforçou que ainda há muito a ser feito. Para ele, o Conselho Diretor do FNDCT é essencial para aplicar os recursos com eficiência. Além disso, lembrou que os investimentos alcançam diversas áreas, como agricultura, saúde, segurança pública e muitas outras, por meio de chamadas públicas voltadas à pesquisa e à infraestrutura em C,T&amp;I.</p>
<h5 data-start="1798" data-end="1850"><strong data-start="1800" data-end="1850">Estrutura do Plano Anual de Investimentos 2022</strong></h5>
<p data-start="1868" data-end="2326">O Plano Anual de Investimentos 2022 contempla diferentes setores, como agronegócio, energia elétrica, petróleo, saúde, mineração e transporte, entre outros. Nesse contexto, ele prevê recursos para 126 novas ações de fomento, distribuídas entre chamadas públicas e encomendadas, representando 71% e 29% do total. Além disso, o plano mantém iniciativas iniciadas em anos anteriores, garantindo continuidade e ampliando o alcance das ações de incentivo.</p>
<p data-start="2328" data-end="2696">Já o Plano de Investimentos Reembolsáveis apresenta um avanço significativo. A partir dessa expansão, a previsão de R$ 2,1 bilhões supera de forma expressiva o valor registrado em 2021, que ficou em torno de R$ 800 milhões. Assim, o aumento reforça a ampliação do apoio do FNDCT a projetos inovadores e demonstra o compromisso com o avanço tecnológico do país.</p>
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