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	<title>Arquivo de Brasil - G.A.C. Brasil</title>
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	<description>Consultoria de gestão estratégica da inovação</description>
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		<title>Brasil avança no ranking de competitividade, aponta CNI</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/brasil-avanca-no-ranking-de-competitividade-aponta-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 14:40:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil avançou uma posição no ranking de competitividade pela primeira vez em 12 anos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) produziu o relatório e avaliou 18 países. Esse avanço no último ano reflete melhorias em financiamento, ambiente de negócios e tributação. Além disso, a pandemia impactou de forma mais intensa outras economias. Assim, com [&#8230;]</p>
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<p data-start="0" data-end="173">O Brasil avançou uma posição no ranking de competitividade pela primeira vez em 12 anos. A <a href="https://cni.portaldaindustria.com.br/pt/">Confederação Nacional da Indústria</a> (CNI) produziu o relatório e avaliou 18 países.</p>
<p data-start="175" data-end="427">Esse avanço no último ano reflete melhorias em financiamento, ambiente de negócios e tributação. Além disso, a pandemia impactou de forma mais intensa outras economias. Assim, com 4,2 pontos, o Brasil ultrapassou o Peru e passou a ocupar a 16ª posição.</p>
<p data-start="429" data-end="696">Para definir os países analisados, a CNI adotou critérios específicos. Entre eles, considerou o nível de desenvolvimento semelhante ao do Brasil e a concorrência em terceiros mercados. Também incluiu países com inserção internacional similar à brasileira ou vizinhos.</p>
<p data-start="698" data-end="880">A pesquisa utilizou nove fatores e 59 variáveis para calcular a pontuação média geral. Dessa forma, a análise apresentou um panorama amplo da competitividade das economias avaliadas.</p>
<h5 data-start="976" data-end="1007">Fatores avaliados no estudo</h5>
<p data-start="882" data-end="1150">O levantamento analisou fatores como mão de obra, financiamento e infraestrutura. Da mesma maneira, avaliou logística, tributação e ambiente macroeconômico. Também considerou estrutura produtiva, ambiente de negócios e educação. Por fim, incluiu tecnologia e inovação.</p>
<p data-start="1152" data-end="1407">O estudo avaliou África do Sul, Argentina, Austrália e Canadá. Além disso, incluiu Chile, China, Colômbia e Coreia do Sul. Espanha, Índia, Indonésia e México também entraram na análise. Peru, Polônia, Rússia, Tailândia, Turquia e Brasil completam o grupo.</p>
<p data-start="1409" data-end="1597">Apesar do avanço, o Brasil segue no terço inferior do ranking. Ou seja, o país permanece entre os seis últimos colocados. Ainda assim, o resultado indica uma leve melhora no cenário geral.</p>
<p data-start="1599" data-end="1914" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Entretanto, o financiamento segue como o principal desafio. Embora o Brasil tenha reduzido a taxa básica de juros para 2% ao ano em 2020, o menor nível em 20 anos, o país manteve a maior taxa de juros real de curto prazo, de 4,7%. Além disso, registrou o maior spread de juros, de 26,8%, entre os países analisados.</p>
</div>
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		<title>São Paulo lidera ranking brasileiro de inovação</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/sao-paulo-lidera-ranking-brasileiro-de-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 14:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[FIEC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desenvolvido pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), o Índice FIEC de Inovação dos Estados 2022 apontou São Paulo como líder em inovação no Brasil. Além disso, o levantamento traça um panorama detalhado do desempenho inovador em todo o país e, sobretudo, permite uma comparação consistente entre os diferentes [&#8230;]</p>
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<p data-start="132" data-end="519">Desenvolvido pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), o <a href="https://www1.sfiec.org.br/fiec-noticias/search/151724/observatorio-da-industria-lanca-edicao-2022-do-indice-fiec-de-inovacao-dos-estados">Índice FIEC de Inovação dos Estados 2022</a> apontou São Paulo como líder em inovação no Brasil. Além disso, o levantamento traça um panorama detalhado do desempenho inovador em todo o país e, sobretudo, permite uma comparação consistente entre os diferentes ecossistemas estaduais.</p>
<p data-start="521" data-end="837">Na sequência, aparecem Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Distrito Federal e Pernambuco. Dentro desse contexto, Pernambuco merece destaque, pois, ao longo do último ano, avançou no ranking e, como resultado, consolidou-se como o estado mais inovador do Nordeste.</p>
<p data-start="839" data-end="1250">De maneira geral, o índice mensura aspectos multidimensionais do processo de inovação e, ao mesmo tempo, promove um verdadeiro raio-x de como cada estado se posiciona nas diferentes dimensões do ecossistema inovador. A partir dessa análise, o principal objetivo é identificar lacunas e, consequentemente, orientar políticas públicas voltadas à melhoria e ao fortalecimento da inovação no Brasil.</p>
<h5 data-start="1392" data-end="1432">Metodologia e indicadores analisados</h5>
<p data-start="1252" data-end="1678">Para tornar isso possível, a construção do ranking considera uma série de indicadores relacionados ao ecossistema de inovação dos 26 estados e do Distrito Federal. Entre os fatores avaliados, destacam-se os investimentos públicos em ciência e tecnologia, a infraestrutura disponível, a produção científica e o estímulo ao empreendedorismo. Assim, o estudo garante uma leitura ampla e integrada do cenário nacional.</p>
<p data-start="1680" data-end="1936">O levantamento está organizado nas áreas de “Capacidades” e “Resultados”. Dessa forma, cada uma delas analisa, de modo complementar, tanto as condições estruturais do ecossistema de inovação quanto os resultados efetivamente alcançados.</p>
<p data-start="1938" data-end="2263">Em conjunto, os indicadores que compõem o índice representam aspectos e capacidades essenciais para o desenvolvimento dos estados brasileiros. Por essa razão, quando analisados de forma integrada, eles constroem a base necessária para o crescimento sustentável da competitividade e da produtividade em nível estadual.</p>
<p data-start="2265" data-end="2720">Por um lado, o índice de capacidades avalia quatro aspectos centrais: capital humano, infraestrutura de telecomunicações, investimento público em ciência e tecnologia e a inserção de mestres e doutores na indústria.  O índice de resultados é composto por quatro indicadores complementares: propriedade intelectual, produção científica, competitividade global em setores tecnológicos e intensidade tecnológica da estrutura produtiva.</p>
<p data-start="2722" data-end="2933" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A partir dessa metodologia, é possível conferir o ranking completo do Índice de Inovação, que evidencia não apenas os líderes nacionais, mas também as oportunidades de avanço em cada região do país.</p>





<h5><strong>Confira o ranking do Índice de Inovação completo:</strong></h5>





<p>São Paulo &#8211; 0,859</p>



<p>Rio de Janeiro &#8211; 0,469</p>



<p>Rio Grande do Sul &#8211; 0,451</p>



<p>Santa Catarina &#8211; 0,438</p>



<p>Paraná &#8211; 0,395</p>



<p>Minas Gerais &#8211; 0,354</p>



<p>Distrito Federal &#8211; 0,283</p>



<p>Pernambuco &#8211; 0,255</p>



<p>Espírito Santo &#8211; 0,254</p>



<p>Amazonas &#8211; 0,253</p>



<p>Ceará &#8211; 0,228</p>



<p>Bahia &#8211; 0,210</p>



<p>Goiás &#8211; 0,204</p>



<p>Rio Grande do Norte &#8211; 0,191</p>
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		<item>
		<title>Embrapii terá Business Finland como parceira em inovação tecnológica</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/embrapii-tera-business-finland-como-parceira-em-inovacao-tecnologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 16:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) assinou, na última sexta-feira, dia 25, um Memorando de Entendimento com a Business Finland. A agência, por sua vez, é responsável pelo fomento à inovação no governo finlandês. O acordo tem vigência inicial de três anos. Nesse sentido, seu principal objetivo é fortalecer a cooperação entre [&#8230;]</p>
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<p data-start="0" data-end="242">A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) assinou, na última sexta-feira, dia 25, um Memorando de Entendimento com a <a href="https://www.businessfinland.com/">Business Finland</a>. A agência, por sua vez, é responsável pelo fomento à inovação no governo finlandês.</p>
<p data-start="244" data-end="412">O acordo tem vigência inicial de três anos. Nesse sentido, seu principal objetivo é fortalecer a cooperação entre Brasil e Finlândia em projetos de pesquisa e inovação.</p>
<p data-start="414" data-end="677">As iniciativas, por sua vez, devem apresentar soluções inovadoras para áreas estratégicas da indústria brasileira. Entre os temas prioritários estão economia circular, bioeconomia, energia limpa, descarbonização, mineração sustentável e digitalização da economia.</p>
<p data-start="679" data-end="863">Além disso, o instrumento apoia a internacionalização de empresas brasileiras e finlandesas. Com isso, a proposta é ampliar conexões e gerar novas oportunidades entre os dois mercados.</p>
<p data-start="865" data-end="1102">Segundo José Luis Gordon, presidente da EMBRAPII, a parceria contribui diretamente para o fortalecimento de projetos conjuntos. Dessa forma, a união de competências agrega valor à indústria nacional e amplia a visibilidade internacional.</p>
<p data-start="1104" data-end="1278">Ainda de acordo com Gordon, as parcerias internacionais favorecem a expansão de mercados. Ao mesmo tempo, reforçam o posicionamento da indústria brasileira no cenário global.</p>
<p data-start="1280" data-end="1449">A ideia do acordo surgiu, inicialmente, após a imersão de uma comitiva brasileira na Finlândia. A iniciativa foi promovida pela CNI – Confederação Nacional da Indústria.</p>
<p data-start="1451" data-end="1647">Conforme destaca Gordon, a experiência viabilizou a construção da parceria. Assim, com a assinatura do MOU, a EMBRAPII reafirma seu papel de conectar empresas e fomentar o intercâmbio tecnológico.</p>





<h5><strong>Finlândia: destaque mundial em inovação</strong></h5>





<p data-start="1529" data-end="1696">Atualmente, a Finlândia está entre as dez principais referências globais em inovação tecnológica. No Índice Global de Inovação de 2022, o país conquistou a 9ª posição.</p>
<p data-start="1698" data-end="1846" data-is-last-node="" data-is-only-node="">O resultado reflete soluções inovadoras com abordagem estrutural. Também evidencia uma visão global aplicada a economias desenvolvidas e emergentes.</p>





<p>Fonte: Embrapii</p>
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		<item>
		<title>Brasil é o país mais avançado da América Latina no uso de inteligência artificial, mostra estudo</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/brasil-e-o-pais-mais-avancado-da-america-latina-no-uso-de-inteligencia-artificial-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 17:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SAS, especializado em analytics, apresentou a pesquisa “Avanços na cultura organizacional baseada em dados, analytics e IA”. O estudo, realizado pelo IDC, mapeia a adoção de soluções data-driven no mercado latino-americano. De acordo com os resultados, o Brasil se destaca por estar em estágio avançado na adoção de inteligência artificial. Atualmente, 63% das empresas [&#8230;]</p>
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<p data-start="126" data-end="351">O SAS, especializado em analytics, apresentou a pesquisa “Avanços na cultura organizacional baseada em dados, analytics e IA”. O estudo, realizado pelo <a href="https://www.idc.com/">IDC</a>, mapeia a adoção de soluções data-driven no mercado latino-americano.</p>
<p data-start="353" data-end="591">De acordo com os resultados, o Brasil se destaca por estar em estágio avançado na adoção de inteligência artificial. Atualmente, 63% das empresas que utilizam dados e analytics também aplicam IA. Em comparação, a média da região é de 47%.</p>
<p data-start="593" data-end="801">Nesse contexto, a pesquisa aponta que sete em cada dez empresas brasileiras usam IA para aprimorar a análise de dados históricos. Como resultado, buscam gerar insights preditivos mais precisos e estratégicos.</p>
<p data-start="803" data-end="1047">Segundo André Novo, country manager do SAS no Brasil, os dados evidenciam maior maturidade digital das companhias nacionais. Além disso, esse avanço fortalece a competitividade, permite antecipar cenários e abre novas oportunidades de negócios.</p>
<h5 data-start="1154" data-end="1205">Investimentos em dados superam a média regional</h5>
<p data-start="1049" data-end="1284">Além disso, o levantamento revela que 90% das empresas brasileiras investem em dados e analytics para identificar tendências e padrões de consumo. Esse percentual supera, de forma significativa, a média da América Latina, que é de 60%.</p>
<p data-start="1286" data-end="1492">Para Novo, o estudo reforça que o mercado nacional já reconhece o valor da análise de dados. Nesse sentido, soluções robustas tornam-se fundamentais para compreender melhor o comportamento dos consumidores.</p>
<p data-start="1494" data-end="1724">Do ponto de vista técnico, a confiabilidade e a segurança aparecem como os principais fatores para a adoção de analytics. No Brasil, 84% das empresas apontam esse critério. Por outro lado, na média regional, o índice cai para 73%.</p>
<p data-start="1726" data-end="1894">Por fim, na escolha das soluções, o suporte técnico exerce papel decisivo. Esse fator foi citado por 56% dos entrevistados como elemento central no processo de decisão.</p>
<p data-start="1896" data-end="2097" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Para a realização do relatório, o IDC entrevistou 333 empresas de diferentes portes e segmentos. Ao todo, a pesquisa abrangeu oito países da América Latina, incluindo Brasil, México, Chile e Argentina.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</article>
</div>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/brasil-e-o-pais-mais-avancado-da-america-latina-no-uso-de-inteligencia-artificial-mostra-estudo/">Brasil é o país mais avançado da América Latina no uso de inteligência artificial, mostra estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>FAPESP lança nova chamada em parceria com a Agence Nationale de la Recherche</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/fapesp-lanca-nova-chamada-em-parceria-com-a-agence-nationale-de-la-recherche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 12:06:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A FAPESP e a Agence Nationale de la Recherche (ANR) anunciaram uma nova chamada de propostas. Nesse contexto, a iniciativa apoia projetos desenvolvidos em parceria entre pesquisadores da França e do Estado de São Paulo. Além disso, a chamada segue os termos do acordo de cooperação mantido entre a FAPESP e a ANR. Atualmente, este [&#8230;]</p>
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<p data-start="111" data-end="334">A FAPESP e a Agence Nationale de la Recherche (ANR) anunciaram uma nova chamada de propostas. Nesse contexto, a iniciativa apoia projetos desenvolvidos em parceria entre pesquisadores da França e do Estado de São Paulo.</p>
<p data-start="336" data-end="535">Além disso, a chamada segue os termos do acordo de cooperação mantido entre a FAPESP e a ANR. Atualmente, este é o 16º lançamento internacional realizado de forma conjunta pelas instituições.</p>
<p data-start="537" data-end="752">Para esta edição de 2023, a chamada prevê cinco blocos temáticos para a elaboração dos projetos de pesquisa. Entre eles, destacam-se Engenharia, Química e Física, além de Ciências da Computação e Matemática.</p>
<p data-start="754" data-end="947">Também fazem parte da iniciativa as áreas de Ciência dos Materiais, Ciências Sociais e Humanidades. Da mesma forma, Meio Ambiente, Ecossistemas e Recursos Biológicos estão contemplados.</p>
<p data-start="949" data-end="1128">Quanto aos prazos, os interessados devem realizar o pré-cadastro por meio do pesquisador parceiro francês. Para isso, é necessário seguir o procedimento definido pela ANR.</p>
<p data-start="1130" data-end="1333">Vale destacar que o prazo para o pré-cadastro se encerra em 7 de novembro. Paralelamente, a solicitação de análise de elegibilidade do pesquisador paulista à FAPESP deve ocorrer até a mesma data.</p>
<p data-start="1335" data-end="1532">Na sequência, os pesquisadores considerados elegíveis e com pré-cadastros aprovados serão convidados a submeter propostas completas. Assim, a chamada avança para a etapa final de avaliação.</p>
<p data-start="1534" data-end="1708">No âmbito da FAPESP, as propostas tramitarão nas modalidades Auxílio à Pesquisa – Regular e Projeto Temático. Nesse formato, os prazos variam entre 48 e até 60 meses.</p>
<p data-start="1710" data-end="1894" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Por fim, a chamada também permite a participação de pesquisadores responsáveis por auxílios vigentes. Entre eles, estão as modalidades Regular, Temático, PITE, CEPID e CPE/CPA.</p>
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<p>Para mais informações, acesse: <a href="https://fapesp.br/15716/fapesp-anr-agence-nationale-de-la-recherche-chamada-de-propostas-para-o-programa-generic-call-for-proposals-2023" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>www.fapesp.br/15716</strong></a>.</p>
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		<title>Brasil sobe três posições em ranking de inovação</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/brasil-sobe-tres-posicoes-em-ranking-de-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 20:01:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil subiu três posições no Índice Global de Inovação (IGI) e ocupa agora o 54º lugar entre 132 países. Porém, em comparação com 2021, o país manteve a queda nos investimentos em inovação. “A posição brasileira está sete casas abaixo da melhor marca atingida, que foi [&#8230;]</p>
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<p data-start="0" data-end="376">Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil subiu três posições no <a href="https://www.wipo.int/documents/d/global-innovation-index/docs-pt-wipo-pub-2000-2022-exec-pt-global-innovation-index-2022-15th-edition.pdf">Índice Global de Inovação (IGI)</a> e ocupa agora o 54º lugar entre 132 países. Porém, em comparação com 2021, o país manteve a queda nos investimentos em inovação. “A posição brasileira está sete casas abaixo da melhor marca atingida, que foi o 47º lugar em 2011”, informa a CNI.</p>
<p data-start="378" data-end="628">A entidade, em parceria com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual e o Instituto Portulans, alerta que essa melhora no ranking não significa que o país esteja bem na agenda de inovação, já que os investimentos continuam caindo a cada ano.</p>
<p data-start="630" data-end="958">O IGI 2022 baseou-se na média de dois subíndices. O primeiro avalia os insumos de inovação e considera os elementos da economia que facilitam o desenvolvimento de atividades inovadoras. Esse índice abrange pilares como instituições, capital humano, pesquisa, infraestrutura, sofisticação do mercado e sofisticação empresarial.</p>
<p data-start="960" data-end="1164">O segundo subíndice refere-se aos produtos de inovação, medindo os resultados efetivos das atividades inovadoras na economia. Ele divide-se em produtos de conhecimento e tecnologia e produtos criativos.</p>
<p data-start="1166" data-end="1384">De acordo com a CNI, o Brasil caiu duas posições no ranking de insumos de inovação, passando de 56º em 2021 para 58º em 2022. No entanto, subiu seis posições no ranking de resultados de inovação, de 59º para 53º.</p>
<p data-start="1386" data-end="1728">Para a diretora de Inovação da CNI, Gianna Sagazio, isso indica que, apesar da queda nos investimentos, os agentes do ecossistema brasileiro obtiveram melhores resultados com menos recursos. Ela afirma que a melhora demonstra que, mesmo com dificuldades estruturais, as empresas se saíram melhor do que o esperado, atestando sua capacidade.</p>
<p data-start="1730" data-end="1928">Os dez países mais bem colocados no índice geral são Suíça, Estados Unidos, Suécia, Reino Unido, Holanda, Coreia do Sul, Singapura, Alemanha, Finlândia e Dinamarca. O indicador foi criado em 2007.</p>
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		<item>
		<title>A importância dos incentivos fiscais à inovação para fomentar o desenvolvimento econômico no Brasil</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/a-importancia-dos-incentivos-fiscais-a-inovacao-para-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 18:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com intuito de incentivar o crescimento econômico e a inovação, diversos países oferecem incentivos fiscais para apoiar empresas. Segundo a OCDE, mais de 46 países adotam esses mecanismos, entre eles Brasil, Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul, Portugal, França, Romênia e Alemanha. No Brasil, temos a Lei do Bem (nº 11.196/2005), principal incentivo fiscal voltado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p data-start="134" data-end="418">Com intuito de incentivar o crescimento econômico e a inovação, diversos países oferecem incentivos fiscais para apoiar empresas. Segundo a OCDE, mais de 46 países adotam esses mecanismos, entre eles Brasil, Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul, Portugal, França, Romênia e Alemanha.</p>



<p>No Brasil, temos a Lei do Bem (nº 11.196/2005), principal incentivo fiscal voltado às atividades de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&amp;I). A lei permite deduzir parte dos investimentos de P,D&amp;I do imposto de renda e da contribuição social. No entanto, apesar das vantagens, o Brasil investe pouco em P,D&amp;I quando comparado a outros países, segundo o <a href="https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000377250_por">relatório de ciências da UNESCO (2021)</a>.</p>



<p data-start="853" data-end="1088">Além disso, o levantamento mostra que, em 2018, o Brasil investiu 1,26% do PIB em P,D&amp;I. No mesmo período, a França investiu 2,20%, Portugal 1,35% e a Alemanha 3,09%. Esses três países também possuem incentivos fiscais de destaque.</p>
<h5 data-start="1090" data-end="1141"><strong>Exemplos internacionais de incentivos fiscais</strong></h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Crédit d&#8217;Impôt Recherche (Crédito Tributário de Pesquisa &#8211; CIR): permite o financiamento de até 30% de suas despesas de P&amp;D. Foi o mecanismo de incentivo à inovação precursor em âmbito mundial;</li>
<li>Sistema de Incentivos Fiscais à Investigação e Desenvolvimento 2 (SIFIDE 2): torna possível recuperar até 82,5% do investimento realizado em P&amp;D. Existente há aproximadamente, 17 anos, assim como no Brasil;</li>
<li>Forschungszulagengesetz &#8211; Lei Alemã de Subsídio à Pesquisa: possibilita o reembolso anual de 25% dos custos de P&amp;D, com um volume máximo de 1 milhão de euros.</li>
</ul>
<h5 data-start="1485" data-end="1525">Baixa adesão à Lei do Bem no Brasil</h5>



<p>Segundo a <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/multidominio/ciencia-tecnologia-e-inovacao/9141-pesquisa-de-inovacao.html?=&amp;t=destaques">PINTEC – Pesquisa de Inovação</a> do IBGE, entre 2015 e 2017 existiam 116.962 empresas brasileiras com dez ou mais trabalhadores. Dessas, 39.329 inovaram em produtos e processos. Porém, apenas 1.861 usaram a Lei do Bem em 2017. Em 2020, esse número subiu para 2.564. O total investido em P&amp;D alcançou R$ 14,02 bilhões. Em comparação, na França 27.000 empresas usaram o CIR em 2019, enquanto 3.283 empresas portuguesas utilizaram o SIFIDE 2 em 2020.</p>



<p data-start="1962" data-end="2169">Mesmo com critérios restritivos, o potencial de expansão da Lei do Bem é alto. Se houver avanço, e 1 em cada 4 empresas inovadoras atender aos requisitos, o uso do benefício pode crescer até cinco vezes.</p>
<h5 data-start="2151" data-end="2195">Evidências dos benefícios da Lei do Bem</h5>



<p>Estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) destacam ganhos associados à Lei do Bem. Entre eles, maior probabilidade de inovação, aumento médio de R$ 1 milhão em investimentos de P,D&amp;I e crescimento de produtividade.</p>



<p data-start="2460" data-end="2612">Tendo em conta os benefícios e o potencial de crescimento, torna-se urgente que o Governo Federal e o MCTI intensifiquem a divulgação da Lei do Bem.</p>



<p>Pensando nisso, já existem ações em execução com intuito de agilizar este movimento, como por exemplo, a proposta de <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2197296&amp;filename=Tramitacao-PL+4944/2020">texto substitutivo</a> do deputado Vitor Lippi, ao <a href="https://www.camara.leg.br/propostas-legislativas/2264376">Projeto de Lei Nº 4944</a> de 2020, de autoria da deputada Luisa Canziani, apoiado pela ANPEI, CNI e a G.A.C. Brasil, que visa o aprimoramento da Lei do Bem para maior competitividade nacional.</p>



<p data-start="2878" data-end="3202">Entretanto, devido ao período eleitoral, a análise desse projeto pode enfrentar atrasos. Ainda assim, espera-se que o próximo governo inclua a inovação como pilar estratégico. Além disso, espera-se a ampliação dos incentivos e melhores condições de acesso, permitindo que mais empresas invistam em novas tecnologias.</p>



<p><strong>Conte com o auxílio da G.A.C. Brasil, consultoria especializada em fomento à inovação com ampla experiência em Leis de Incentivo Fiscal.</strong></p>



<p><strong>Entre em contato conosco através dos nossos canais de atendimento:</strong></p>



<p>contato@preprod.group-gac.com.br</p>



<p>Telefone (11) 4858-9350 e WhatsApp (11) 99221-9019.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FAPESP e NWO lançam nova chamada de propostas</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/fapesp-e-nwo-lancam-nova-chamada-de-propostas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 11:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biomateriais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[FAPESP]]></category>
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		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[NWO]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A FAPESP e a Organização Neerlandesa para a Pesquisa Científica (NWO) lançaram uma nova chamada de propostas sobre “Biomateriais projetados: materiais avançados para a saúde”. Além disso, o investimento total soma € 2,8 milhões da NWO e R$ 15,2 milhões da FAPESP. A chamada incentiva a interação entre cientistas de várias áreas, engenheiros e fabricantes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p>A <a href="https://fapesp.br/">FAPESP</a> e a Organização Neerlandesa para a Pesquisa Científica (NWO) lançaram uma nova chamada de propostas sobre “Biomateriais projetados: materiais avançados para a saúde”. Além disso, o investimento total soma € 2,8 milhões da NWO e R$ 15,2 milhões da FAPESP.</p>
<p data-start="426" data-end="632">A chamada incentiva a interação entre cientistas de várias áreas, engenheiros e fabricantes de materiais. Como resultado, essa integração amplia o potencial da pesquisa em biomateriais voltados à saúde.</p>
<p data-start="634" data-end="809">Os projetos seguirão uma abordagem inter e transdisciplinar. Assim, eles percorrem toda a cadeia de conhecimento, da pesquisa fundamental à aplicada, e geram alto impacto.</p>
<h5 data-start="938" data-end="978">Parceria entre Brasil e Países Baixos</h5>
<p data-start="853" data-end="1089">As instituições de ensino e pesquisa de São Paulo e dos Países Baixos devem desenvolver as propostas em conjunto. Além disso, as equipes precisam envolver parceiros empresariais e sociais dos dois países em um processo de cocriação.</p>
<p data-start="1091" data-end="1506">A chamada oferece dois formatos de projeto. No primeiro formato, de menor porte, o prazo é de até 48 meses e atende equipes sem histórico prévio de colaboração. Na FAPESP, utiliza a modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular. Já o segundo formato, de tamanho padrão, dura até 60 meses e atende equipes mais experientes. Para a FAPESP, pode ser submetido como Auxílio à Pesquisa – Temático ou Jovem Pesquisador.</p>
<p data-start="1508" data-end="1739">O proponente deve consultar sua elegibilidade pelo e-mail <a class="decorated-link cursor-pointer" rel="noopener" data-start="1566" data-end="1587">chamada-nwo@fapesp.br</a>. Para isso, deve enviar a consulta até 27 de outubro de 2022, incluindo título provisório, resumo de cinco linhas, orçamento e modalidade desejada.</p>
<p data-start="1741" data-end="1899">Os interessados podem enviar uma carta de intenções até 8 de setembro. Embora opcional, essa etapa facilita a conexão entre pesquisadores dos dois países.</p>
<p data-start="1901" data-end="2158">A pré-proposta deve chegar ao SAGe (<a class="decorated-link" href="https://fapesp.br/sage" target="_new" rel="noopener" data-start="1937" data-end="1959">https://fapesp.br/sage</a>) até 10 de novembro. Na etapa seguinte, um Comitê Internacional avaliará as pré-propostas e informará os aprovados, que poderão enviar a versão completa até 6 de junho de 2023, também pelo SAGe.</p>



<p>Para mais informações, acesse: <a href="https://fapesp.br/15563" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://fapesp.br/15563</a>. </p>



<p>Fonte: FAPESP</p>


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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo da CNI aponta hidrogênio verde como fonte energética com forte potencial no Brasil</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/estudo-da-cni-aponta-hidrogenio-verde-como-fonte-energetica-com-forte-potencial-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 10:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[fonte energética]]></category>
		<category><![CDATA[Hidrogênio Verde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://preprod.group-gac.com.br/?p=5203</guid>

					<description><![CDATA[<p>De acordo com a estimativa do Hydrogen Council, considerando somente os projetos de larga escala do setor de hidrogênio anunciados a partir de 2021, a previsão é de que os investimentos cheguem a US$ 500 bilhões até 2030. Além disso, o estudo mostra uma expansão acelerada desse mercado em nível global. O mapeamento faz parte [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/estudo-da-cni-aponta-hidrogenio-verde-como-fonte-energetica-com-forte-potencial-no-brasil/">Estudo da CNI aponta hidrogênio verde como fonte energética com forte potencial no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p data-start="116" data-end="423">De acordo com a estimativa do Hydrogen Council, considerando somente os projetos de larga escala do setor de hidrogênio anunciados a partir de 2021, a previsão é de que os investimentos cheguem a US$ 500 bilhões até 2030. Além disso, o estudo mostra uma expansão acelerada desse mercado em nível global.</p>



<p>O mapeamento faz parte do estudo<a href="https://www.portaldaindustria.com.br/publicacoes/2024/8/hidrogenio-sustentavel-perspectivas-para-o-desenvolvimento-e-potencial-para-industria-brasileira/"> <em>Hidrogênio Sustentável: Perspectivas para a Indústria Brasileira</em></a>, realizado pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI). Nesse sentido, o documento oferece um panorama estratégico sobre as oportunidades do país.</p>
<h5 data-start="557" data-end="608">Modalidades de produção: hidrogênio verde e azul</h5>



<p data-start="734" data-end="1087">O levantamento da CNI identifica duas modalidades de produção de hidrogênio sustentável adequadas ao setor industrial. O hidrogênio verde usa fontes renováveis, como energia solar e eólica, e não emite gases de efeito estufa. Por outro lado, o hidrogênio azul utiliza gás natural e reduz suas emissões por meio de captura e armazenamento de carbono.</p>
<p data-start="1089" data-end="1439">Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, destaca o potencial do Brasil na produção de hidrogênio. Segundo ele, o país pode gerar empregos, atrair tecnologias, ampliar investimentos e desenvolver novos modelos de negócios. Dessa forma, esses avanços fortalecem a posição do Brasil na cadeia global de valor e melhoram sua balança comercial.</p>
<p data-start="1441" data-end="1785">A Confederação reforça que o país só avançará nesse setor com medidas estruturais. Entre essas medidas, estão a criação de uma política industrial que estimule a produção de equipamentos e serviços e a oferta de incentivos fiscais voltados à descarbonização. Assim, essas ações impulsionam um desenvolvimento econômico mais sustentável.</p>
<p data-start="1787" data-end="2066">Segundo a CNI, dois setores podem adotar de imediato o hidrogênio sustentável: refino e fertilizantes, grandes consumidores dessa matéria-prima. Já em relação a outros setores, como siderurgia, metalurgia, cimento e cerâmica, a adoção tende a ocorrer no curto ou médio prazo.</p>
<p data-start="2068" data-end="2267">A pesquisa aponta que o hidrogênio verde também pode ampliar as exportações brasileiras, especialmente para países europeus. Com isso, o produto se torna uma oportunidade estratégica para o país.</p>
<p data-start="2269" data-end="2497">Entre os principais parceiros potenciais está a Alemanha, que firma acordos com diversos países para comprar hidrogênio sustentável. Em troca, o país oferece tecnologia de produção alemã, fortalecendo cooperações bilaterais.</p>


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		<title>Startups japonesas buscam emplacar parceiras e negócios no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 12:41:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As startups japonesas já davam passos tímidos em direção ao mercado brasileiro. Agora, selecionadas pela Japan External Trade Organization (Jetro), chegam ao Brasil para buscar parceiros de negócios. Essa aproximação ocorre por meio do ScaleUp in Brazil (SUIB), programa criado em parceria pela Apex-Brasil, ABVCAP e Israel Comércio e Investimento. Este ano marca a primeira [&#8230;]</p>
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<p data-start="141" data-end="489">As startups japonesas já davam passos tímidos em direção ao mercado brasileiro. Agora, selecionadas pela Japan External Trade Organization (Jetro), chegam ao Brasil para buscar parceiros de negócios. Essa aproximação ocorre por meio do ScaleUp in Brazil (SUIB), programa criado em parceria pela Apex-Brasil, ABVCAP e Israel Comércio e Investimento.</p>
<p data-start="491" data-end="646">Este ano marca a primeira participação do Japão no programa, assim como a de Singapura. Nas edições anteriores, apenas empresas de Israel foram convidadas.</p>
<p data-start="648" data-end="873">Ao todo, 107 startups se inscreveram. Destas, 35 foram selecionadas: 15 japonesas, 15 israelenses e 5 cingapurianas. A escolha seguiu quatro critérios principais: equipe, grau de inovação, adequação ao marketing e maturidade.</p>
<p data-start="875" data-end="990">Três empresas receberam as notas mais altas: Corsight AI (Israel), Graymatics (Cingapura) e Sagri Co., Ltd (Japão).</p>
<p data-start="992" data-end="1191">A primeira fase do programa ocorrerá até 9 de setembro. Entre as selecionadas, destacam-se startups de energia, tecnologia limpa, agritech, fintech e healtech, áreas de grande interesse para o Japão.</p>
<p data-start="1193" data-end="1321">Nesta etapa, as startups japonesas terão acesso a materiais sobre o mercado brasileiro e a relatórios customizados do seu setor.</p>
<p data-start="1323" data-end="1553">As empresas também participarão de webinars sobre temas como “Fazendo Negócios no Brasil”, “Ambiente Jurídico e Fiscal” e “O Ecossistema de Inovação Brasileiro”. Além disso, farão reuniões e pitchs on-line com investidores locais.</p>
<p data-start="1555" data-end="1805">Do total de 35 startups escolhidas pela Apex-Brasil e ABVCAP, apenas 20 seguirão adiante. Entre as 15 japonesas, cinco avançarão para a próxima fase em outubro, quando ocorre a imersão no mercado brasileiro ao lado das startups de Singapura e Israel.</p>



<h5><strong>Olhando para as oportunidades </strong></h5>



<p>Com a seleção de 15 empresas, a JETRO espera que as startups japonesas possam voltar os olhos para o Brasil, principalmente porque, por questões logísticas e culturais, muitas vezes as atenções ficam restritas ao Sudeste Asiático.</p>



<p>“O Japão e o Brasil são grandes parceiros comerciais, mas as relações nessa área de inovação são tímidas. Nosso papel é diminuir essa lacuna, pois sentimos que há um grande potencial para o incremento de novos negócios”, diz Hiroshi Hara, diretor-presidente da Jetro no Brasil. </p>



<p>Hara também destaca a importância do ScaleUp in Brazil para que as companhias dos dois países possam fomentar parcerias, já que o mercado brasileiro de startups é maduro e tem muita inovação.</p>



<p>Para mais informações, acesse: <a href="https://www.scaleupinbrazil.com/">https://www.scaleupinbrazil.com/</a></p>








































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