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	<title>Bruno Nishimoto, Autor em G.A.C. Brasil</title>
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	<description>Consultoria de gestão estratégica da inovação</description>
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		<title>Lei do Bem: Investimentos em Pesquisa e Inovação atingem R$ 35 Bilhões em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 19:29:00 +0000</pubDate>
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<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/lei-do-bem-2022-investimentos-impulsionam-desenvolvimento-brasileiro-r35-bilhoes/">Lei do Bem: Investimentos em Pesquisa e Inovação atingem R$ 35 Bilhões em 2022</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
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<p>Investimentos impulsionam o desenvolvimento brasileiro em diversos setores, e um exemplo notável disso é a <a href="https://184.72.89.215/quatro-dicas-para-ampliar-o-acesso-das-empresas-a-lei-do-bem/" target="_blank" rel="noopener">Lei do Bem</a>. Essa legislação, reconhecida como o principal incentivo à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&amp;I) no setor privado, atingiu um marco significativo em 2022. Durante a Rio Innovation Week, a ministra Luciana Santos compartilhou dados impressionantes: as empresas investiram R$ 35,1 bilhões, representando um aumento de 29% em relação ao ano anterior, quando o investimento foi de R$ 27,17 bilhões. Essa injeção de recursos tem impulsionado o ecossistema de inovação no país, abrindo portas para novas descobertas e avanços tecnológicos.</p>
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<h5><strong>Investimentos impulsionam o desenvolvimento brasileiro</strong></h5>
<p></p>
<p></p>
<p>Os investimentos foram direcionados para 13,7 mil projetos em diversos setores da economia, evidenciando o impacto significativo da Lei do Bem no incentivo da pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica no Brasil. Em 2022, o número de empresas beneficiadas pelos incentivos da Lei atingiu a marca de 3.492, representando um aumento de 15,9% em comparação ao ano anterior, no qual 3.012 empresas foram beneficiadas.&nbsp;<img decoding="async" class="wp-image-6365" src="https://preprod.group-gac.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Graficos-Artigo-LDB-1.png" alt="" style="text-align: var(--text-align); color: var( --e-global-color-5ee005d ); background-color: var(--wp--preset--color--base);"><span style="text-align: var(--text-align); color: var( --e-global-color-5ee005d ); background-color: var(--wp--preset--color--base);">Empresas beneficiadas pela Lei investiram R$ 35,1 bilhões em pesquisa e inovação, aumento de 29% em relação ao ano anterior.</span></p>
<p></p>
<p></p>
<p>Na visão de Rodrigo Miranda, CEO da <a href="https://184.72.89.215/" target="_blank" rel="noopener">G.A.C. Brasil</a>, consultoria internacional de Gestão Estratégica da Inovação, destaca a importância dessa legislação para o desenvolvimento tecnológico e a competitividade das empresas brasileiras. Ele ressalta: &#8220;A Lei do Bem tem sido um verdadeiro catalisador para os investimentos em pesquisa e inovação. Nosso país possui uma base científica sólida, no entanto, é crucial que isso se traduza em produtos e serviços inovadores para impulsionar nossa economia.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Além de contribuir para o desenvolvimento econômico, a Lei do Bem está alinhada com os <a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" target="_blank" rel="noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU.</a></p>
<p></p>
<p></p>
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<p>Miranda ressalta: &#8220;O investimento em inovação fortalece a competitividade e desempenha papel crucial na abordagem ESG, promovendo sustentabilidade e responsabilidade social&#8221;. Dessa maneira, a inovação não é apenas um mecanismo de crescimento econômico; é uma estratégia essencial para uma abordagem empresarial completa, inclusiva e sustentável&#8221;, afirma.</p>
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<p></p>
<p></p>
<p>No Índice Global de Inovação (IGI) o Brasil vem ganhando destaque. Em 2023, o país avançou cinco posições, alcançando o 49º lugar entre 132 países. Apesar disso, ainda há espaço para crescimento, considerando o potencial da 9ª maior economia do mundo, de acordo com as estimativas da Austin Rating. O cálculo baseia-se nas projeções do FMI (Fundo Monetário Internacional) para a economia global e as principais nações.</p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>A Evolução da Lei do Bem: Desafios e Oportunidades Futuras</strong></h5>
<p></p>
<p></p>
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<p>Em 18 anos, a Lei do Bem destinou mais de R$ 170 bilhões para P,D&amp;I em diversos setores da economia brasileira. No entanto, a subutilização dos benefícios concedidos indica a necessidade de aprimoramentos na legislação e de uma maior conscientização por parte das empresas.</p>
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<p>Grandes empresas, nacionais ou estrangeiras, usam o incentivo, investindo em projetos científicos internos. No entanto, a Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) tem buscado expandir os incentivos fiscais previstos na Lei, visando incluir empresas fora do regime de tributação do Lucro Real.</p>
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<p>Dois projetos de lei estão atualmente em tramitação no legislativo brasileiro, buscando aprimorar a Lei do Bem e ampliar os benefícios fiscais para atividades inovadoras. Os projetos de Lei nº 4944/2020 e nº 2838/2020 defendem propostas que permitiriam o aproveitamento dos dispêndios com pesquisa tecnológica em exercícios subsequentes e a contratação de serviços de empresas de médio e grande porte para impulsionar a inovação.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Além destas mudanças na Lei do Bem, o Governo Federal, em conjunto com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), tem realizado várias ações para fortalecer o cenário da inovação no país. Dentre as principais medidas tomadas, destacam-se a isenção de gastos com ciência e tecnologia do escopo fiscal, o descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e a revisão do indexador da Finep e BNDES.</p>
<p></p>						</div>
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		<title>Na América Latina, Brasil se destaca como líder em inovação</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/na-america-latina-brasil-se-destaca-como-lider-em-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 13:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil avançou cinco posições no Índice Global de Inovação (IGI) em comparação com o ranking de 2022, alcançando o 49º lugar entre 132 países. Com isso, o Brasil se destaca como líder em inovação, após 12 anos, ultrapassando o Chile no Índice Global de Inovação (52ª posição). Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://184.72.89.215/lei-do-bem-2022-investimentos-impulsionam-desenvolvimento-brasileiro-r35-bilhoes/" target="_blank" rel="noopener">Brasil</a> avançou cinco posições no Índice Global de Inovação (IGI) em comparação com o ranking de 2022, alcançando o 49º lugar entre 132 países. Com isso, o Brasil se destaca como líder em inovação, após 12 anos, ultrapassando o Chile no Índice Global de Inovação (52ª posição).</p>



<p>Os dados foram divulgados pela <a href="https://www.portaldaindustria.com.br/cni/" target="_blank" rel="noopener">Confederação Nacional da Indústria (CNI)</a>. O país fica em terceiro lugar no Brics, à frente da Rússia (51º) e da África do Sul (59º) no Índice Global de Inovação.</p>
<p>A China ocupa a 12ª colocação, enquanto a Índia está no 40º lugar.</p>



<p>Ademais, o Brasil se destacou em vários indicadores, como serviços governamentais online (14ª posição) e participação eletrônica (11ª). Também se evidencia pelo valor de suas 16 startups unicórnios (startups com grande valor de mercado em dólares), ocupando a 22ª posição, e por seus ativos intangíveis (31ª), obtendo bons resultados globais em marcas registradas (13ª) e no valor global de suas marcas (39ª).</p>



<p>Entre os países mais bem posicionados no índice global estão: Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Finlândia, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Coreia do Sul.</p>



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<p>A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI &#8211; WIPO, na sigla em inglês), em parceria com o Instituto Portulans e com o apoio de parceiros internacionais, divulga essa classificação anualmente desde 2007. No caso do Brasil, a CNI e a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) são parceiras na produção e divulgação do IGI desde 2017.</p>
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<h4><strong>Cálculo do IGI</strong></h4>



<p>Criado em 2007, o IGI tornou-se uma referência na avaliação da inovação e um pilar na formulação de políticas de ciência, tecnologia e inovação.</p>



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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>A posição global no índice resulta de um cálculo complexo que divide indicadores em &#8220;insumos&#8221; e &#8220;resultados&#8221; de inovação, com pesos diferentes.</p>
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<p>Em primeiro lugar, a categoria de indicadores (insumos) diz respeito às condições e elementos disponíveis para apoiar atividades de inovação, tais como educação, ambiente de negócios e recursos humanos especializados. Por outro lado, a segunda categoria (resultados) indica o desempenho dos países em termos de inovação produzida, abrangendo produção científica, patentes, novos produtos, serviços e processos.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/na-america-latina-brasil-se-destaca-como-lider-em-inovacao/">Na América Latina, Brasil se destaca como líder em inovação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FAPESP abre oportunidade de investimento em inovação com nova chamada</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/fapesp-abre-oportunidade-de-investimento-em-inovacao-com-nova-chamada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 12:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[GACGroup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://preprod.group-gac.com.br/?p=6303</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) lançou uma chamada pública dirigida aos Fundos de Investimentos em Participações (FIPs) do tipo capital semente/multiestratégia, que estão em fase de captação ou já realizando investimentos e têm foco em empresas de base científica e tecnológica (deeptechs). Esses fundos poderão apresentar propostas à [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/fapesp-abre-oportunidade-de-investimento-em-inovacao-com-nova-chamada/">FAPESP abre oportunidade de investimento em inovação com nova chamada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p>A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (<a href="https://fapesp.br/" target="_blank" rel="noopener">FAPESP</a>) lançou uma <a href="https://184.72.89.215/fomento-da-inovacao/" target="_blank" rel="noopener">chamada pública</a> dirigida aos Fundos de Investimentos em Participações (FIPs) do tipo capital semente/multiestratégia, que estão em fase de captação ou já realizando investimentos e têm foco em empresas de base científica e tecnológica (deeptechs). Esses fundos poderão apresentar propostas à Fundação para avaliação, visando possível subscrição de cotas.</p>



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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Uma das condições para que a FAPESP invista nos fundos selecionados é que os fundos aloquem um valor equivalente ao investido pela Fundação em empresas participantes ou que tenham passado pelo Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). O montante máximo de participação da FAPESP será de até 15% do capital comprometido de cada fundo ou R$ 30 milhões, o menor dos dois valores.</p>
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<p>Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo (CTA) da FAPESP, afirma: &#8220;Estamos interessados em receber propostas de fundos de investimentos cujas estratégias estejam alinhadas com a nossa, que consiste em financiar empresas intensivas em tecnologia sediadas no Estado de São Paulo.&#8221;</p>



<p>Desde o seu lançamento em 1997 pela FAPESP, o Programa PIPE já apoiou 1.871 empresas localizadas em 167 cidades paulistas. Algumas dessas empresas desenvolveram tecnologias atualmente exportadas para diversos países. Pacheco observa que as empresas do PIPE, sendo classificadas como startups de base tecnológica, deveriam atrair investidores de venture capital, habituais nesse tipo de negócio. No entanto, isso não tem ocorrido.</p>



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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Uma dificuldade é o acesso a financiamento para deeptechs, identificado pela agência, para superar o &#8220;vale da morte&#8221; das startups.</p>
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<h5><strong>Desafios de Investimento para Startups </strong></h5>



<p>Uma pesquisa realizada em abril de 2021 com empresas que passaram pelo PIPE revelou que três quartos das entrevistadas não receberam nenhum investimento. Entre as empresas que receberam investimentos, metade relatou aportes de capital-anjo. Cerca de 20% afirmaram ter recebido recursos de outras empresas, e um percentual semelhante relatou ter recebido investimentos de venture capital ou private equity.</p>



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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>O Conselho da FAPESP aprovou investir R$ 150 milhões nos próximos seis anos para diversificar apoio a pequenas empresas do PIPE.</p>
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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Ações incluem parcerias em crowdfunding, redes de investidores-anjo, programas de aceleração e fundo garantidor para facilitar crédito às empresas.</p>
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<p>Além da chamada atualmente em andamento, a FAPESP também aderiu recentemente aos fundos Criatec 4 e Indicator 2 IoT, patrocinados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com participação de cotistas públicos e privados, nos quais investirá R$ 30 milhões em cada um, por um período de quatro a cinco anos.</p>



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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Carlos Américo Pacheco destaca que, ao contrário da abordagem tradicional da FAPESP no PIPE, na qual a Fundação concede recursos não reembolsáveis para apoiar especificamente a realização de pesquisas científicas e tecnológicas em pequenas empresas, as novas iniciativas fornecerão recursos financeiros que possibilitarão a essas empresas expandirem no mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5><strong>Parcerias Estratégicas para Inovação</strong></h5>
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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>Desde 2013, a FAPESP também colaborou na iniciativa do Fundo Inovação Paulista (FIP), criada em colaboração com a Desenvolve São Paulo, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).</p>
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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>A FAPESP contribui com R$ 10 milhões para o fundo de R$ 105 milhões, exercendo grande influência nas empresas investidas, muitas do PIPE.</p>
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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>A agência avalia contribuições em garantias para apoiar empresas do PIPE na obtenção de crédito em instrumentos existentes no Estado de São Paulo.</p>
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<p>Além dessas ações, a FAPESP em breve lançará uma chamada para cadastrar plataformas de equity crowdfunding e grupos de investidores-anjo. </p>



<p>A ideia é credenciar plataformas de equity crowdfunding e grupos de investidores-anjo interessados em realizar rodadas de investimentos para empresas apoiadas pelo PIPE. A empresa, se investida, pode submeter projeto ao PIPE Invest, recebendo recursos direcionados pela FAPESP nessa modalidade de apoio.</p>



<p>Além disso, a FAPESP vai cadastrar aceleradoras interessadas em prestar serviços para empresas do PIPE, que receberão recursos financeiros para contratá-las.</p>
<p>Atualmente, a Fundação financia programas de aceleração com Sebrae-SP e Finep. Em breve, lançará edital para credenciar aceleradoras para Tecnova III, focadas em deeptechs do PIPE.</p>



<p>Acesse a chamada publicada em:<a href="http://fapesp.br/chamadas2023/fundos" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="link" data-id="fapesp.br/chamadas2023/fundos"> fapesp.br/chamadas2023/fundo</a><a href="http://fapesp.br/chamadas2023/fundos" data-type="link" data-id="fapesp.br/chamadas2023/fundos">s</a></p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/fapesp-abre-oportunidade-de-investimento-em-inovacao-com-nova-chamada/">FAPESP abre oportunidade de investimento em inovação com nova chamada</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CCT aprova mudanças em incentivos fiscais para empresas que investem em pesquisa</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/cct-aprova-mudancas-em-incentivos-fiscais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 12:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[GACGroup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://preprod.group-gac.com.br/?p=6296</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCT) do Senado aprovou o PL 2.838/2020 que amplia benefícios tributários para empresas investidoras em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. O senador Izaci Lucas (PSDB-DF) apresentou o projeto de lei, que foi admitido com as alterações propostas pelo relator, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). O PL traz mudanças [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/cct-aprova-mudancas-em-incentivos-fiscais/">CCT aprova mudanças em incentivos fiscais para empresas que investem em pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação (CCT) do Senado aprovou o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/142078" target="_blank" rel="noopener">PL 2.838/2020</a> que amplia benefícios tributários para empresas investidoras em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. O senador Izaci Lucas (PSDB-DF) apresentou o projeto de lei, que foi admitido com as alterações propostas pelo relator, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).</p>



<p>O PL traz mudanças na <a href="https://www.group-gac.com.br/lei-do-bem/" target="_blank" rel="noopener">Lei do Bem</a> (Lei 11.196/2005), responsável por conceder incentivos fiscais para empresas investirem em pesquisa, desenvolvimento e inovação (P,D&amp;I). Agora, o texto segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O projeto também ajusta a dedução no IRPJ, inclui startups e incentiva a contratação de mestres, doutores e pós-doutores.</p>



<p>Para Rodrigo Miranda, CEO da consultoria G.A.C. Brasil, esse projeto irá impulsionar o desenvolvimento do empreendedorismo, principalmente startups. Além de proporcionar mais empregos e manter pesquisadores e especialistas no país.</p>



<p>“Vejo esse projeto como um passo crucial em direção a um futuro mais promissor para o mercado brasileiro. Estamos criando as bases para uma comunidade empresarial vibrante, que não apenas impulsionará nossa economia, mas também trará uma série de benefícios significativos, como o estímulo à inovação, o desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, a criação de empregos de alta qualidade e o fortalecimento da rede de pesquisa do país. Além disso, fortalecerá nossa posição no cenário global de inovação, atraindo investimentos e impulsionando setores estratégicos. Isso não só beneficia as empresas, mas também contribui para o crescimento sustentável e o progresso do Brasil”, reforça o CEO da G.A.C. Brasil.</p>



<p>“As alterações propostas expandem os benefícios hoje oferecidos, o que contribuirá efetivamente para que as empresas possuam mais recursos e consequentemente direcionem mais esforços à ações de P,D&amp;I, atendendo as demandas do mercado e mantendo-se altamente competitivas”, completa Miranda.</p>



<h5><strong>Veja as principais mudanças:</strong></h5>



<h5><strong>– Garante uma redução direta de 20,4% a 27,2% no imposto a ser pago e permite que o benefício adicional seja carregado para anos seguintes.</strong></h5>



<p>Assim, as empresas beneficiárias da Lei do Bem podem subtrair diretamente do IRPJ e da CSLL valores que variam entre 20,4% e 27,2% dos recursos investidos em P,D&amp;I. Vale ressaltar que o grau de dedução varia conforme o número de pesquisadores empregados. Caso o valor deduzido exceda o montante devido, o excedente poderá ser utilizado em períodos futuros.</p>



<h5><strong>– Redução de 6,8% no IRPJ e CSLL para pedidos de patentes</strong></h5>



<p>O PL permite a dedução do IRPJ e da CSLL em até 6,8% do total dos valores referentes à pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica objeto de patente concedida ou cultivar registrado.</p>



<h5><strong>– Benefício fiscal para investimentos e participações em FIP</strong></h5>



<p>Empresas que realizem aportes financeiros em fundos de investimentos e participações (FIP) e fundos patrimoniais destinados à inovação, previstos no Marco Legal das Startups, terão uma dedução de 6,8%.</p>



<h5><strong>– Redução integral do IPI</strong></h5>



<p>O substitutivo aprovado pelos senadores implica em uma isenção total do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para equipamentos, máquinas, aparelhos e instrumentos utilizados em atividades de P&amp;D. Ao contrário da situação atual, em que a Lei do Bem oferece 50% de isenção deste imposto.</p>



<h5><strong>– Elimina dúvida sobre terceirização de pesquisa e desenvolvimento</strong></h5>



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<div class="markdown prose w-full break-words dark:prose-invert light">
<p>A proposta também esclarece pontos sobre a terceirização de P&amp;D. Dessa forma, empresas poderão deduzir gastos com fundos de investimento, colaborações com universidades e serviços especializados de tecnologia no cálculo da CSLL e do IRPJ.</p>
<p>Além disso, a dedução se estende a valores transferidos para startups, micro e pequenas empresas dedicadas a atividades de inovação, bem como pagamentos a inventores independentes e projetos executados por ICTs.</p>
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<h5><strong>– Oferece incentivo adicional de 6,8% para empresas que contratarem mestres, doutores e pós-doutores</strong></h5>



<p>Uma disposição adicional incentiva empresas a contratarem mestres, doutores e pós-doutores. O substitutivo possibilita a dedução de até 6,8% das despesas com salários de pesquisadores com mestrado, doutorado ou pós-doutorado, do CSLL e IRPJ. Essa dedução aplica-se apenas a profissionais contratados exclusivamente para atividades de pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica.</p>



<div class="wp-block-spacer" style="height: 24px;" aria-hidden="true"> </div>



<p>Fonte: Rota Jurídica</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/cct-aprova-mudancas-em-incentivos-fiscais/">CCT aprova mudanças em incentivos fiscais para empresas que investem em pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
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		<title>BNDES, Finep e MCTI lançam o maior programa de apoio à inovação empresarial da história do país</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/bndes-finep-e-mcti-lancam-programa-de-apoio-a-inovacao-empresarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 12:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), planejam mobilizar a quantia de R$ 60 bilhões até o ano de 2026 como parte do maior programa de apoio à inovação no Brasil. Essa iniciativa colaborativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[


<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (<a href="http://www.finep.gov.br" target="_blank" rel="noopener">Finep</a>), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), planejam mobilizar a quantia de R$ 60 bilhões até o ano de 2026 como parte do maior programa de <a href="https://184.72.89.215/fomento-da-inovacao/" target="_blank" rel="noopener">apoio</a> à inovação no Brasil.</p>



<p data-start="366" data-end="644">Essa iniciativa colaborativa está alinhada com a Nova Política Industrial do Brasil, aprovada em julho pelo CNDI. O programa oferece suporte a empresas de todos os tamanhos e também a ICTs. Ele disponibiliza crédito com juros a partir da TR mais 2% e recursos não reembolsáveis.</p>



<p data-start="733" data-end="883">O anúncio, por sua vez, ocorreu no Seminário de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, realizado na sede da Fiesp, em São Paulo, em 31 de agosto.</p>



<p data-start="885" data-end="1134">Anualmente, R$ 5 bilhões serão administrados pelo BNDES e outros R$ 5 bilhões pelo FNDCT da Finep. Isso resultará em R$ 40 bilhões em crédito ao longo de quatro anos. Além disso, a Finep destinará R$ 20 bilhões em recursos não reembolsáveis.</p>
<h5 data-start="1123" data-end="1175"><strong data-start="1126" data-end="1175">Foco estratégico em PD&amp;I e avanço tecnológico</strong></h5>



<p data-start="1195" data-end="1458">A iniciativa foca investimentos em PD&amp;I e na criação de plantas industriais pioneiras. Assim, ela impulsiona o avanço tecnológico, a disseminação de tecnologia e a transformação digital. O programa ainda apoia parques tecnológicos, incubadoras e aceleradoras.</p>
<p data-start="1460" data-end="1735">Do mesmo modo, o crédito atende empresas de diversos portes e estimula investimentos privados em inovação. Os recursos também serão destinados a ICTs, com foco em demandas sociais, ambientais e climáticas. A expectativa é viabilizar uma ampla gama de projetos inovadores.</p>



<p data-start="1787" data-end="2007">O programa oferece condições diferenciadas de crédito. Nesse sentido, as taxas começam na TR mais 2%. O prazo de pagamento pode chegar a 16 anos, com carência de até 4 anos e apoio de até 100% dos itens financiáveis.</p>



<p data-start="1755" data-end="1961">Durante o evento, a ministra Luciana Santos destacou o potencial da parceria entre BNDES e Finep. Ela ressaltou que uma economia inovadora fortalece a transformação social e amplia oportunidades de emprego.</p>



<p>Em resumo, esse programa representa um marco significativo na promoção da inovação e do desenvolvimento industrial no Brasil, alinhado com a Nova Política Industrial do governo federal e apoiado por taxas de juros historicamente baixas, visando impulsionar a economia e a tecnologia no país.</p>



<div class="wp-block-spacer" style="height: 18px;" aria-hidden="true"> </div>



<p>Fonte: MCTI</p>
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		<title>FAPESP anuncia aporte de R$ 800 milhões para impulsionar a ciência</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/fapesp-anuncia-aporte-de-r-800-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 12:38:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A FAPESP investiu R$ 800 milhões em projetos científicos. Desse total, R$ 450 milhões foram direcionados ao programa Equipamentos Multiusuários, lançado em 2022. As propostas preveem a compra de equipamentos de grande porte para pesquisa científica e tecnológica. Com isso, grupos de pesquisa ganham acesso a instalações modernas e de alta capacidade. Além disso, a [&#8230;]</p>
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<p>A <a href="https://fapesp.br" target="_blank" rel="noopener">FAPESP</a> investiu R$ 800 milhões em projetos científicos. Desse total, R$ 450 milhões foram direcionados ao programa Equipamentos Multiusuários, lançado em 2022. As propostas preveem a compra de equipamentos de grande porte para pesquisa científica e tecnológica. Com isso, grupos de pesquisa ganham acesso a instalações modernas e de alta capacidade.</p>
<p data-start="498" data-end="967">Além disso, a FAPESP abriu o terceiro edital para criar Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCDs), com aporte de R$ 150 milhões. Até o momento, universidades, institutos de pesquisa e órgãos públicos formaram vinte e seis CCDs. Esses centros atuam na solução de desafios definidos pelas secretarias estaduais, abrangendo áreas como saúde, energia, agricultura, manufatura avançada, cidades inteligentes, segurança pública e meio ambiente.</p>
<p data-start="969" data-end="1291">É importante destacar que os CCDs adotam um modelo de cofinanciamento. Cada R$ 1 solicitado à FAPESP recebe contrapartida equivalente das entidades parceiras. Além disso, o financiamento pode durar até cinco anos. Os projetos operam com governança clara, revisões periódicas e metas intermediárias.</p>
<p data-start="1293" data-end="1664">Paralelamente, a FAPESP lançou um novo edital do programa Equipamentos Multiusuários, no valor de R$ 200 milhões, para adquirir equipamentos de menor porte. Por fim, a Fundação divulgou propostas selecionadas em edital realizado em parceria com o MCTI e o CGI.br. A iniciativa visa, sobretudo, criar centros de pesquisa em inteligência artificial.</p>



<div class="wp-block-spacer" style="height: 16px;" aria-hidden="true"> </div>



<p>Fonte: FAPESP</p>
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		<title>Finep/MCTI divulgam investimento de R$ 240 milhões destinado a 19 parques tecnológicos</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/finep-mcti-divulgam-investimento-de-r-240-milhoes-destinado-a-19-parques-tecnologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 12:26:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Finep divulgaram uma suplementação de R$ 240 milhões para projetos do Edital Parques Tecnológicos. Com isso, 19 parques tecnológicos receberão novos investimentos. Esse montante corresponde a cerca de 80% dos R$ 297 milhões previstos em 2022. Além disso, os recursos do FNDCT ampliarão as estruturas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p data-start="114" data-end="339">O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Finep divulgaram uma suplementação de R$ 240 milhões para projetos do Edital Parques Tecnológicos. Com isso, 19 parques tecnológicos receberão novos investimentos.</p>
<p data-start="341" data-end="571">Esse montante corresponde a cerca de 80% dos R$ 297 milhões previstos em 2022. Além disso, os recursos do FNDCT ampliarão as estruturas dos parques e incentivarão a criação de hubs para startups e empresas de base tecnológica.</p>
<p data-start="573" data-end="957">A ministra Luciana Santos destacou a importância dos parques tecnológicos no desenvolvimento de soluções para necessidades regionais. Segundo ela, alguns parques atuam em setores como o marinho e a cadeia produtiva do leite. Dessa forma, essas iniciativas aproximam a pesquisa dos desafios reais da sociedade e fortalecem a interação entre empresas e instituições científicas.</p>
<p data-start="959" data-end="1257">Dos 19 parques contemplados, 18 já operam com empresas instaladas, equipes de gestão e infraestrutura consolidada. Enquanto isso, o último ainda está em implantação e integra um programa de desenvolvimento econômico regional. Ele já iniciou obras, reformas e a estruturação da equipe de gestão.</p>
<h5 data-start="1501" data-end="1549"><strong data-start="1504" data-end="1549">Recomposição do FNDCT e impacto econômico</strong></h5>
<p data-start="1259" data-end="1626">Durante o anúncio, o presidente da Finep, Celso Pansera, reforçou o compromisso do governo com a recomposição do FNDCT. De acordo com ele, o fundo atingiu um valor inédito de R$ 10 bilhões. Além disso, Pansera destacou o impacto dos parques tecnológicos na geração de empregos, no surgimento de novas empresas e na criação de oportunidades para pesquisadores.</p>
<p data-start="1628" data-end="2000">A ministra Luciana Santos também ressaltou a importância da inovação na reindustrialização baseada em tecnologia. Nesse sentido, ela explicou que o MCTI incluiu no Novo PAC medidas para ampliar a conectividade de alta qualidade em educação e pesquisa. O Programa Conecta e Capacita investirá R$ 640 milhões até 2026 para melhorar o acesso à internet nessas atividades.</p>
<p data-start="2002" data-end="2320">Outra iniciativa relevante é o Pró-Infra, que apoia a recuperação e expansão da infraestrutura de pesquisa em universidades e institutos. Por fim, o programa investe R$ 4,4 milhões para fortalecer ações estratégicas e estimular o desenvolvimento industrial em áreas prioritárias, incluindo a transformação digital.</p>
<p data-start="2002" data-end="2320"> </p>



<p>Fonte: MCTI</p>
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		<item>
		<title>MCTI anuncia R$ 46 milhões para projetos de Tecnologia Assistiva</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/mcti-anuncia-r-46-milhoes-para-projetos-de-tecnologia-assistiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 10:31:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) reestabeleceu o Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva em parceria com os Ministérios da Educação, Saúde, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social. Durante o evento, a ministra Luciana Santos anunciou R$ 46 milhões para 18 projetos selecionados pela Finep. Os recursos apoiarão a criação do Sistema Nacional de Laboratórios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p data-start="112" data-end="536">O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) reestabeleceu o Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva em parceria com os Ministérios da Educação, Saúde, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social. Durante o evento, a ministra Luciana Santos anunciou R$ 46 milhões para 18 projetos selecionados pela Finep. Os recursos apoiarão a criação do Sistema Nacional de Laboratórios de Tecnologia Assistiva do MCTI.</p>
<p data-start="538" data-end="913">Além disso, o sistema busca fomentar conhecimento científico e inovação em tecnologias assistivas e capacitadoras. A meta é desenvolver soluções que ampliem a autonomia de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Da mesma forma, o sistema apoia o desenvolvimento intelectual, cognitivo e socioemocional de pessoas com deficiência mental ou no espectro autista.</p>
<p data-start="915" data-end="1093">Na ocasião, a ministra afirmou: “A ciência deve resolver questões essenciais do cotidiano da população. Ela gera valor, riqueza, inclusão e soluções para desafios nacionais.”</p>
<p data-start="1095" data-end="1395">O Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva integra o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, o Plano Viver Sem Limite. Criado em 2011, o plano promove o exercício pleno e equitativo dos direitos das pessoas com deficiência por meio da integração de políticas, programas e ações.</p>
<p data-start="1397" data-end="1814">Atualmente, o MCTI lidera o comitê e buscará avançar na coordenação e no cumprimento das metas definidas. Desde o lançamento do plano, o ministério apoia pesquisas em tecnologia assistiva por meio do Programa Nacional de Inovação em Tecnologia Assistiva e do Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva. Nesse sentido, o MCTI já investiu mais de R$ 3 milhões no Centro, sediado no CTI Renato Archer.</p>
<p data-start="1816" data-end="2124">Como resultado, o MCTI se tornou um articulador central das ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação em tecnologia assistiva. Os esforços geram produtos, dispositivos, métodos e serviços que ampliam a autonomia, a funcionalidade e a inclusão social de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.</p>
<p data-start="1816" data-end="2124"> </p>



<p>Fonte: MCTI</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FAPESP anuncia segunda chamada SPRINT de 2023</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/fapesp-anuncia-segunda-chamada-sprint-de-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 10:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A FAPESP anunciou a segunda chamada de propostas para a edição de 2023 do programa SPRINT – São Paulo Researchers in International Collaboration. Além disso, o edital tem como objetivo fomentar a colaboração entre pesquisadores de instituições paulistas e seus pares internacionais. Ele apoia projetos em andamento e estimula abordagens cooperativas de médio e longo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[




<p data-start="124" data-end="269">A FAPESP anunciou a segunda chamada de propostas para a edição de 2023 do programa SPRINT – São Paulo Researchers in International Collaboration.</p>
<p data-start="271" data-end="502">Além disso, o edital tem como objetivo fomentar a colaboração entre pesquisadores de instituições paulistas e seus pares internacionais. Ele apoia projetos em andamento e estimula abordagens cooperativas de médio e longo prazo.</p>
<p data-start="504" data-end="892">A chamada, por sua vez, contempla dois modelos de parceria. O primeiro envolve pesquisadores estrangeiros que comprovem financiamento para suas missões pela própria instituição ou por uma agência de fomento. Já o segundo modelo inclui pesquisadores estrangeiros que tenham condições definidas para submissão conjunta e financiamento assegurado para missões no Estado de São Paulo.</p>
<p data-start="894" data-end="1322">Podem submeter propostas, portanto, os responsáveis por Auxílios à Pesquisa FAPESP nas categorias qualificadas. Entre elas estão: Regular (exceto mobilidade), Projeto Temático, Jovem Pesquisador, Projeto Inicial (Pi), Projeto Geração, CEPIDs, CPEs, CPAs, Ensino Público, Políticas Públicas e PITE. Além disso, os pesquisadores principais de Projetos Temáticos, CEPIDs, CPEs, CPAs e PITEs também podem submeter propostas.</p>
<p data-start="1324" data-end="1498">Caso a proposta seja meritória, a aprovação dependerá da comprovação de que os parceiros internacionais receberam financiamento adequado para as atividades colaborativas.</p>
<p data-start="1500" data-end="1826">Para apoiar essas parcerias, a FAPESP oferecerá contrapartida financeira de até US$ 10 mil por ano para cada projeto. A duração pode chegar a dois anos. Assim, os recursos cobrirão intercâmbio de pesquisadores, viagens de planejamento, participação em workshops internacionais e atividades iniciais de coleta de dados.</p>
<p data-start="1828" data-end="1964">O envio das propostas, por sua vez, deverá ser feito exclusivamente pelo Sistema SAGe. A data limite para submissão é 30 de outubro.</p>



<p>Para acesso ao edital completo, visite: <a href="http://fapesp.br/sprint/chamada22023" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fapesp.br/sprint/chamada22023</a>.</p>



<div class="wp-block-spacer" style="height: 26px;" aria-hidden="true"> </div>



<p>Fonte: FAPESP</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/fapesp-anuncia-segunda-chamada-sprint-de-2023/">FAPESP anuncia segunda chamada SPRINT de 2023</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cooperação em ciência, tecnologia e inovação com a China é prioritária no MCTI</title>
		<link>https://www.group-gac.com.br/cooperacao-em-ciencia-tecnologia-e-inovacao-com-a-china-e-prioritaria-no-mcti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bruno Nishimoto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 10:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[GACbrasil]]></category>
		<category><![CDATA[GACGroup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://preprod.group-gac.com.br/?p=6185</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cooperação com a China em ciência, tecnologia e inovação ocupa posição central no MCTI. Além disso, essa parceria estratégica abrange áreas como fontes de luz síncrotron, clima, energia e espaço. Por esse motivo, o Brasil se destaca ao possuir desenvolvimento mais avançado que a China no campo das tecnologias síncrotron. Durante o encontro, a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.group-gac.com.br/cooperacao-em-ciencia-tecnologia-e-inovacao-com-a-china-e-prioritaria-no-mcti/">Cooperação em ciência, tecnologia e inovação com a China é prioritária no MCTI</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.group-gac.com.br">G.A.C. Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p data-start="357" data-end="689">A cooperação com a China em ciência, tecnologia e inovação ocupa posição central no MCTI. Além disso, essa parceria estratégica abrange áreas como fontes de luz síncrotron, clima, energia e espaço. Por esse motivo, o Brasil se destaca ao possuir desenvolvimento mais avançado que a China no campo das tecnologias síncrotron.</p>
<p data-start="691" data-end="976">Durante o encontro, a ministra Luciana Santos reforçou essa prioridade na reunião preparatória para a VII Sessão Plenária da COSBAN, realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília, em 24 de agosto. Nesse sentido, ela destacou que a agenda bilateral avança de forma consistente.</p>
<p data-start="978" data-end="1396">O objetivo principal da reunião foi monitorar o andamento das ações previstas nos Planos Estratégico e Executivo Brasil-China, vigentes desde 2022. Ao mesmo tempo, o encontro buscou identificar iniciativas com potencial de gerar avanços concretos na VII Sessão Plenária da COSBAN, prevista para 2024. Assim, os países conseguem direcionar esforços para entregas alinhadas aos interesses de ambas as nações.</p>
<p data-start="1398" data-end="1625">“A cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação com a China é prioridade no MCTI, que lidera três subcomissões da COSBAN”, afirmou a ministra. Com isso, ela reforçou o papel de liderança do Brasil nas articulações técnicas.</p>
<h5 data-start="1403" data-end="1444">Parceria em tecnologias síncrotron</h5>
<p data-start="1627" data-end="2043">Na sequência, a ministra mencionou o memorando firmado em 30 de maio entre o CNPEM/MCTI e o IHEP, da China. Esse acordo, além de ampliar a colaboração científica, fortalece o desenvolvimento conjunto de tecnologias de luz síncrotron. Nesse contexto, o Brasil contribui com conhecimento avançado, reforçando sua posição tecnológica. Consequentemente, os dois países ampliam sua capacidade de pesquisa.</p>
<p data-start="2045" data-end="2503">Outro ponto relevante foi o apoio do MCTI ao Centro China-Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia. Criado em parceria entre a Universidade de Tsinghua e a UFRJ, o centro renovou suas atividades até 2027. Entre os temas trabalhados, destacam-se planejamento energético, cidades inteligentes, mobilidade híbrida, inovação e empreendedorismo. Dessa forma, a cooperação avança em áreas estratégicas para ambos os países.</p>
<h5 data-start="2383" data-end="2419">Colaboração no setor espacial</h5>
<p data-start="2505" data-end="3010">A ministra também destacou a colaboração no setor espacial, especialmente o desenvolvimento do satélite CBERS-6. O satélite utilizará a Plataforma Multimissão, criada pelo INPE. Graças a essa tecnologia, será possível gerar imagens mesmo sob nuvens, por meio de radar de abertura sintética. Segundo ela, o Brasil ainda não domina plenamente essa tecnologia. Por isso, a parceria com a China oferece oportunidade de aprendizado técnico. O MCTI investe cerca de R$ 250 milhões nesse projeto.</p>
<p data-start="3012" data-end="3304">Em outra frente, a ministra ressaltou o papel do radiotelescópio BINGO, localizado na Paraíba. Além de permitir pesquisas sobre matéria escura, o equipamento impulsiona o avanço de tecnologias para cosmologia e astrofísica. Assim, o Brasil fortalece sua infraestrutura científica.</p>
<p data-start="3306" data-end="3775">Por fim, ela destacou as atividades da Subcomissão de Indústria e Tecnologias da Informação e Comunicação. A cooperação envolve o CPQD e a Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicações. O foco, segundo a ministra, é desenvolver projetos de comunicação avançada, ampliar a capacitação de profissionais e aumentar o intercâmbio técnico. Dessa maneira, a colaboração promove resultados duradouros e alinhados às necessidades tecnológicas do país.</p>



<p>Fonte: MCTI</p>
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