Indústria Alimentícia

Dentro de um mercado altamente competitivo como a indústria alimentícia, as empresas necessitam investir em inovação para ter um diferencial de produto e aumentar sua quota de mercado

Na indústria alimentícia, a inovação tecnológica funciona com um acelerador de competitividade.

Indústria tradicional e heterogênea, a indústria alimentícia também passa por transformações decorrentes do desenvolvimento tecnológico em outros setores e da transformação dos hábitos  das familias. Se antes era vista como fabricante de produtos pouco diferenciados e de baixo valor, hoje surge oportunidade de diferenciação com base na inovação. A indústria alimentícia se depara com a necessidade de agradar um público que necessita de produtos duráveis, saudáveis e de fácil preparo.  Para se manter competitiva, uma empresa do setor precisa planejar sua estratégia de inovação tendo em vista novos processos produtivos, novas embalagens, novos métodos de fabricação e distribuição, acesso a melhores matérias primas e além disto, planejar a entrega de produtos que atendam as novas demandas da sociedade por produtos que não contenham ingredientes prejudiciais à saúde e de origem certificada. Destacam-se aí a oferta de produtos semi-prontos, produtos adequados para crianças e para pessoas com algum tipo de disfunção orgânicaa que implique necessidades alimentares específicas. Entre os desafios do setor está o de produzir alimentos com sabor, cor e textura adequados ao paladar tanto infantil como de adultos e que também sejam dietas balanceadas e nutritivas.

Esta indústria relaciona-se muito fortemente com o setor agropecuário.  Temos boa capacidade competitiva quando tratamos dos produtos pouco industrializados, entretanto há muito por fazer na cadeia de processamento dos alimentos. A estratégia de inovação desta indústria passa por olhar atentamente a etapa de industrialização, pensando nas oportunidades de crescimento do mercado interno e até do mercado externo, tendo o Brasil a chance de ocupar a posição de fornecedor mundial de alimentos. Não ocuparemos este espaço mantendo as formas tradicionais de relação entre a produção agropecuária e a indústria, que nos leva a exportar produtos de baixo valor. Uma boa estratégia de inovação para competitividade deve olhar as relações para frente na cadeia produtiva, observando os desenvolvimentos na área de química, biologia e nanoteconologia. Necessário também acompanhar as inovações entre os fornecedores de máquinas e equipamentos. Há no Brasil instituições de pesquisa conceituas que se relacionam com a indústria alimentícia, principalmente na cadeia de fornecimento de matérias primas.

Dica do especialista GAC Brasil

«A GAC é capaz de gerenciar todas as demandas por inovação desta indústria que, como dissemos, relaciona-se fortemente com os desenvolvimentos em outros setores. Isso demanda soluções em parcerias estratégicas, Open Innovation, parcerias entre Universidades e empresas e gestão de propriedade intelectual, entre outras soluções. »

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